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domingo, 21 de julho de 2013

O pronunciamento do cacique Seattle

(discurso pronunciado após a fala do encarregado de negócios indígenas do governo norte-americano haver dado a entender que desejava adquirir as terras de sua tribo Duwamish).

O grande chefe de Washington mandou dizer que desejava comprar a nossa terra, o grande chefe assegurou-nos também de sua amizade e benevolência. Isto é gentil de sua parte, pois sabemos que ele não precisa de nossa amizade.
Vamos, porém, pensar em sua oferta, pois sabemos que se não o fizermos, o homem branco virá com armas e tomará nossa terra. O grande chefe de Washington pode confiar no que o Chefe Seattle diz com a mesma certeza com que nossos irmãos brancos podem confiar na alteração das estações do ano.
Minhas palavras são como as estrelas que nunca empalidecem.
Como podes comprar ou vender o céu, o calor da terra? Tal idéia nos é estranha. Se não somos donos da pureza do ar ou do resplendor da água, como então podes comprá-los? Cada torrão desta terra é sagrado para meu povo, cada folha reluzente de pinheiro, cada praia arenosa, cada véu de neblina na floresta escura, cada clareira e inseto a zumbir são sagrados nas tradições e na consciência do meu povo. A seiva que circula nas árvores carrega consigo as recordações do homem vermelho.
O homem branco esquece a sua terra natal, quando - depois de morto - vai vagar por entre as estrelas. Os nossos mortos nunca esquecem esta formosa terra, pois ela é a mãe do homem vermelho. Somos parte da terra e ela é parte de nós. As flores perfumadas são nossas irmãs; o cervo, o cavalo, a grande águia - são nossos irmãos. As cristas rochosas, os sumos da campina, o calor que emana do corpo de um mustang, e o homem - todos pertencem à mesma família.
Portanto, quando o grande chefe de Washington manda dizer que deseja comprar nossa terra, ele exige muito de nós. O grande chefe manda dizer que irá reservar para nós um lugar em que possamos viver confortavelmente. Ele será nosso pai e nós seremos seus filhos. Portanto, vamos considerar a tua oferta de comprar nossa terra. Mas não vai ser fácil, porque esta terra é para nós sagrada.
Esta água brilhante que corre nos rios e regatos não é apenas água, mas sim o sangue de nossos ancestrais. Se te vendermos a terra, terás de te lembrar que ela é sagrada e terás de ensinar a teus filhos que é sagrada e que cada reflexo espectral na água límpida dos lagos conta os eventos e as recordações da vida de meu povo. O rumorejar d'água é a voz do pai de meu pai. Os rios são nossos irmãos, eles apagam nossa sede. Os rios transportam nossas canoas e alimentam nossos filhos. Se te vendermos nossa terra, terás de te lembrar e ensinar a teus filhos que os rios são irmãos nossos e teus, e terás de dispensar aos rios a afabilidade que darias a um irmão.
Sabemos que o homem branco não compreende o nosso modo de viver. Para ele um lote de terra é igual a outro, porque ele é um forasteiro que chega na calada da noite e tira da terra tudo o que necessita. A terra não é sua irmã, mas sim sua inimiga, e depois de a conquistar, ele vai embora, deixa para trás os túmulos de seus antepassados, e nem se importa. Arrebata a terra das mãos de seus filhos e não se importa. Ficam esquecidos a sepultura de seu pai e o direito de seus filhos à herança. Ele trata sua mãe - a terra - e seu irmão - o céu - como coisas que podem ser compradas, saqueadas, vendidas como ovelha ou miçanga cintilante. Sua voracidade arruinará a terra, deixando para trás apenas um deserto.
Não sei. Nossos modos diferem dos teus. A vista de tuas cidades causa tormento aos olhos do homem vermelho. Mas talvez isto seja assim por ser o homem vermelho um selvagem que de nada entende.
Não há sequer um lugar calmo nas cidades do homem branco. Não há lugar onde se possa ouvir o desabrochar da folhagem na primavera ou o tinir das assa de um inseto. Mas talvez assim seja por ser eu um selvagem que nada compreende; o barulho parece apenas insultar os ouvidos. E que vida é aquela se um homem não pode ouvir a voz solitária do curiango ou, de noite, a conversa dos sapos em volta de um brejo? Sou um homem vermelho e nada compreendo. O índio prefere o suave sussurro do vento a sobrevoar a superfície de uma lagoa e o cheiro do próprio vento, purificado por uma chuva do meio-dia, ou recendendo a pinheiro.
O ar é precioso para o homem vermelho, porque todas as criaturas respiram em comum - os animais, as árvores, o homem.
O homem branco parece não perceber o ar que respira. Como um moribundo em prolongada agonia, ele é insensível ao ar fétido. Mas se te vendermos nossa terra, terás de te lembrar que o ar é precioso para nós, que o ar reparte seu espírito com toda a vida que ele sustenta. O vento que deu ao nosso bisavô o seu primeiro sopro de vida, também recebe o seu último suspiro. E se te vendermos nossa terra, deverás mantê-la reservada, feita santuário, como um lugar em que o próprio homem branco possa ir saborear o vento, adoçado com a fragrância das flores campestres.
Assim pois, vamos considerar tua oferta para comprar nossa terra. Se decidirmos aceitar, farei uma condição: o homem branco deve tratar os animais desta terra como se fossem seus irmãos.
Sou um selvagem e desconheço que possa ser de outro jeito. Tenho visto milhares de bisões apodrecendo na pradaria, abandonados pelo homem branco que os abatia a tiros disparados do trem em movimento. Sou um selvagem e não compreendo como um fumegante cavalo de ferro possa ser mais importante do que o bisão que (nós - os índios) matamos apenas para o sustento de nossa vida.
O que é o homem sem os animais? Se todos os animais acabassem, o homem morreria de uma grande solidão de espírito. Porque tudo quanto acontece aos animais, logo acontece ao homem. Tudo está relacionado entre si.
Deves ensinar a teus filhos que o chão debaixo de seus pés são as cinzas de nossos antepassados; para que tenham respeito ao país, conta a teus filhos que a riqueza da terra são as vidas da parentela nossa. Ensina a teus filhos o que temos ensinado aos nossos: que a terra é nossa mãe. Tudo quanto fere a terra - fere os filhos da terra. Se os homens cospem no chão, cospem sobre eles próprios.
De uma coisa sabemos. A terra não pertence ao homem: é o homem que pertence à terra, disso temos certeza. Todas as coisas estão interligadas, como o sangue que une uma família. Tudo está relacionado entre si. Tudo quanto agride a terra, agride os filhos da terra. Não foi o homem quem teceu a trama da vida: ele é meramente um fio da mesma. Tudo o que ele fizer à trama, a si próprio fará.
Os nossos filhos viram seus pais humilhados na derrota. Os nossos guerreiros sucumbem sob o peso da vergonha. E depois da derrota passam o tempo em ócio, envenenando seu corpo com alimentos adocicados e bebidas ardentes. Não tem grande importância onde passaremos os nossos últimos dias - eles não são muitos. Mais algumas horas, mesmos uns invernos, e nenhum dos filhos das grandes tribos que viveram nesta terra ou que têm vagueado em pequenos bandos pelos bosques, sobrará, para chorar sobre os túmulos de um povo que um dia foi tão poderoso e cheio de confiança como o nosso.
Nem o homem branco, cujo Deus com ele passeia e conversa como amigo para amigo, pode ser isento do destino comum. Poderíamos ser irmãos, apesar de tudo. Vamos ver, de uma coisa sabemos que o homem branco venha, talvez, um dia descobrir: nosso Deus é o mesmo Deus. Talvez julgues, agora, que o podes possuir do mesmo jeito como desejas possuir nossa terra; mas não podes. Ele é Deus da humanidade inteira e é igual sua piedade para com o homem vermelho e o homem branco. Esta terra é querida por ele, e causar dano à terra é cumular de desprezo o seu criador. Os brancos também vão acabar; talvez mais cedo do que todas as outras raças. Continuas poluindo a tua cama e hás de morrer uma noite, sufocado em teus próprios desejos.
Porém, ao perecerem, vocês brilharão com fulgor, abrasados, pela força de Deus que os trouxe a este país e, por algum desígnio especial, lhes deu o domínio sobre esta terra e sobre o homem vermelho. Esse destino é para nós um mistério, pois não podemos imaginar como será, quando todos os bisões forem massacrados, os cavalos bravios domados, as brenhas das florestas carregadas de odor de muita gente e a vista das velhas colinas empanada por fios que falam. Onde ficará o emaranhado da mata? Terá acabado. Onde estará a águia? Irá acabar. Restará dar adeus à andorinha e à caça; será o fim da vida e o começo da luta para sobreviver.
Compreenderíamos, talvez, se conhecêssemos com que sonha o homem branco, se soubéssemos quais as esperanças que transmite a seus filhos nas longas noites de inverno, quais as visões do futuro que oferece às suas mentes para que possam formar desejos para o dia de amanhã. Somos, porém, selvagens. Os sonhos do homem branco são para nós ocultos, e por serem ocultos, temos de escolher nosso próprio caminho. Se consentirmos, será para garantir as reservas que nos prometestes. Lá, talvez, possamos viver o nossos últimos dias conforme desejamos. Depois que o último homem vermelho tiver partido e a sua lembrança não passar da sombra de uma nuvem a pairar acima das pradarias, a alma do meu povo continuará vivendo nestas floresta e praias, porque nós a amamos como ama um recém-nascido o bater do coração de sua mãe.
Se te vendermos a nossa terra, ama-a como nós a amávamos. Preteje-a como nós a protegíamos. Nunca esqueças de como era esta terra quando dela tomaste posse: E com toda a tua força o teu poder e todo o teu coração - conserva-a para teus filhos e ama-a como Deus nos ama a todos. De uma coisa sabemos: o nosso Deus é o mesmo Deus, esta terra é por ele amada. Nem mesmo o homem branco pode evitar o nosso destino comum.

Fonte: "Trechos de um diário: O Cacique Seattle: Um cavalheiro por instinto". 10º artigo da série “Primeiras Reminiscências” - Seattle Sunday Star, 29 de outubro de 1887 do articulista Henry Smith (tradução livre, pela equipe de Floresta Brasil)
http://www.ufpa.br/permacultura/carta_cacique.htm

sexta-feira, 14 de junho de 2013

A aliança judaico-maçônica

O termo  judaico-maçônica encontrado também  com o nome judaico-Maçonaria é uma teoria da que designa o conluio, uma aliança ou dominação de um sobre o outro, real ou suposta, de círculos relacionada ao judaísmo e a maçonaria avançando para uma dominação na sociedade. 


tradução google se não perfeita o suficiente para o entendimento



História do termo 

A confusão entre estes ambientes dos católicos franceses nos anos seguintes à publicação do livro Agostinho Barruel Memórias para a História do jacobinismo, em 1797, quando ele denunciou uma conspiração maçônica na Revolução Francesa. Alguns anos mais tarde, as lojas maçônicas são abertas para os judeus e dois meios são, então, amalgamado. (amálgama é também a mistura de duas palavras com o objetivo de criar uma nova).Amálgama é facilitada pelo facto de o ritual maçónico usar hébreux 1 palavras. Em 1871, a nacionalidade francesa é dado aos judeus da Argélia após o decreto Cremieux. Ou Adolphe Cremieux é tanto judeu e maçom, sua denúncia é o verdadeiro nascimento da "conspiração judaico-maçônica" 1.

Os defensores da teoria 

século XIX 
Em 20 de agosto de 1806 Augustin Barruel relata ter recebido uma carta de Paris para Florença a partir de um capitão italiano, Jean Baptiste Simonini, (A carta de Simonini para Barruel )
no qual ele expressa sua satisfação providenciou lendo suas Memórias para a história da jacobinismo. No entanto, ele queria evocar um testemunho pessoal, referindo-se a teoria da judaico-maçonaria, o que lhe permite dizer que a Maçonaria está sob a direção do judaísmo. Barruel adiante a carta ao Papa Pio VII, que respondeu por sua secretária, então a Louis XVIII2. Estas cartas foram publicadas pela primeira vez em 1882, em La Civiltà Cattolica3.
Em 1816, Johann Christian Ehrmann publicado anonimamente na Alemanha a teoria da conspiração em um livro e enviá-lo como um aviso para Allemands4 apoiar a tese de uma conspiração judaica maçonnique5 alegando que Frankfurt judeus maçons queriam uma república mundo baseada em o humanisme6.

De acordo com Jacob Katz, que está no livro 1852 de Eduard Emil Eckert Maçonaria em sua verdadeira signification7, as sementes de uma hostilidade comum em relação aos judeus e maçons serão distribuídos para o primeiro views8.

Osman Bey , cujo nome verdadeiro Millinger , também conhecido como o Kibridli-Zade  foi nomeado em seus escritos a Maçonaria como controlado pelo judaísmo, ele foi seguido por Hipólito Lutostansky em sua abordagem  em 18.709 anos.

Em 1893, Dom Leo Meurin alimenta a teoria com um pensamento filosófico e teológico, em seu livro maçonaria Sinagoga Satan10. Ele explica que o prosaico e literal de que os judeus tomar a interpretação narrativa bíblica, eles projetaram a dominar a Terra através da corrupção ideológica. Judeus e maçons usaria como seus capangas, que enviou sua doutrina cabalística e sua aversão à Igreja e a Cristo. Ele estabelece vínculos entre a Kabbalah e o dogma maçônico referindo-se ao livro de Adolphe Franck Kabbalah. Originalmente avançar, a Maçonaria é construído em torno dos restos dos Templários e vingança animado daqueles que afirmam herdeiros.
Revolução Francesa: antes e depois: desenho satírico Caran d'Ache 1898, durante o Caso Dreyfus. Embora o antigo regime não era idílica, a situação tem visto a opressão extra de aparecer como um banqueiro, um pedreiro e um judeu substituindo o único nobre do passado, o cavalo é agora mais magro do que antes.

século XX

Em 1903, Bertrand Isidore defende a tese de uma livre11.
Jean-Baptiste Bidegain folhas de caso de denúncia, em 1905, e denunciou o que ele viu como uma conspiração judaico-maçônica social e ambições parlamentares argumentando que esses dois grupos têm vindo a dizer e communes12 nomeações maçônicas  na Assembleia Nacional no início do século XX, no financiamento na sequência do caso Dreyfus o contexto político, receberam de origem judaica 13.

Em 1908, Paul Copin-Albancelli expressa os interesses do judaísmo na Revolução Francesa, que ele vê como uma conspiração maçônica são óbvias, como a participação maciça da comunidade judaica organizada na Revolução Russa de 190.514. Para ele, essa convergência de interesses pode ser o resultado de uma subordinação de alvenaria ao judaísmo, mas a presença de várias autoridades envolvidas não diz com sûreté15.
Entre 1910 e 1916, as teorias da conspiração deste tipo são transmitidos ao Comité de União e Progresso e sua ação revolucionária dentro do Império Otomano por fontes próximas ao governo britânico, através da correspondência diplomática de Sir Gerard Lowther, o embaixador britânico Constantinopla, e Gilbert Clayton Chefe do Serviço de Inteligência Égypte16 17 18 19.

Nos Protocolos dos Sábios de Sião, uma falsa escrita e popularizada por Mathieu Golovinski e Sergei Nilus, o termo "A invencibilidade da judaico-maçonaria" aparece no primeiro protocolo, a terceira refere-se à "nossa alvenaria socialista", o quarto refere-se à loja maçônica como "uma máscara que esconde o nosso objetivo", o décimo primeiro como uma "cortina de fumaça", em que a comunidade judaica atingiu seu objetivo, mas "apenas por meios indiretos".

Em 1921, Ernest Jouin retoma thème20.
Em 1929, Leon de Poncins também combina duas communautés21.
Em 1935, Joseph Santo denuncia uma conspiração judaico-maçônica na repressão da crise de 6 de Fevereiro 193.422.
Em 1940 e 1950, Domvile Barry é o autor de uma teoria da conspiração sobre uma organização designado pelo termo Judmas uma combinação judaico-maçônico que o levou de uma influência desastrosa sobre mondiale23 história.

Os opositores da teoria 

Gustave Borda foi um dos primeiros historiadores a refutar a existência de uma conspiração judaica maçonnique24.
  • Opposants à la thèseGustave Bord fut un des premiers historiens à réfuter l'existence d'une conspiration judéo-maçonnique24.
A exposição bolchevique era expor uma conspiração judaico-maçônico-comunista (ou bolchevique) em França durante a ocupação alemã. -L'Exposition antibolchevique visait à dénoncer un complot judéo-maçonnique-communiste (oubolchévique) en France sous l'Occupation allemande.

Tese da conspiração judaico-maçônico-comunista

A conspiração judaico-maçônico-comunista é a adição ou síntese de judeo-bolchevismo e da teoria da judaico-maçonaria. Essas teses são principalmente popularizado a partir da Revolução de Outubro de 1917 por russos brancos. Ela também é encontrada na Espanha de Franco. A partir do Verão de 1940, o governo de Vichy demoniza a "aliança monstruosa do comunismo moscovita, o radicalismo maçônica e finanças judaica" que "precipitou uma guerra ideológica na França, depois de ter enfraquecido" 25. Ele também foi o tema da Exposição anti-maçônica de 1941, na Sérvia.
Na literatura

O romance O maçom judeu, o padre Henri Desportes, publicado em 1890, conta a história de uma decisão maçom judeu sobre uma aldeia inteira, ele foi classificado as melhores vendas époque26. O romance O risco maçom e do perigo judaico, publicado em 1895 por Georges Romain, pseudônimo de Georges Kestler26. O tema do judaico-Maçonaria e conspiração mesmos parte da trama do romance de Umberto Eco, O Cemitério Prague27.
Referências

Jacques Lemaire e Alain Goldschläger, conspiração judaico-maçônica, Bruxelas, Edições Trabalhistas e Publishing Espaço de liberdade, "Eu escrevo o seu nome", de 2005. (ISBN 2-8040-1998-5)
José Antonio Ferrer Benimeli El contubernio judaico-masónico-Comunista: del satanismo al Escándalo P-2, Madrid, Istmo, 1982 (ISBN 84-7090-121-4)
Johannes von Rogalla Bieberstein: Der Mythos von der Verschwoerung. Philosophen, Freimaurer, Juden und independente Sozialisten als Verswchwoerer gegen die Sozialordnung. Wiesbaden: Marix 2008, ISBN 978-3-86539-162-9
Johannes von Rogalla Bieberstein "Juedischer bolchevismo". Mythos und Realität. Graz: Ares 2010, ISBN 978-3-902475-75-6
  • Bibliographie Jacques Lemaire et Alain Goldschläger, Le Complot judéo-maçonnique, Bruxelles, Éditions Labor et Éditions Espace de libertés, « J'écris ton nom », 2005. (ISBN 2-8040-1998-5)José Antonio Ferrer Benimeli, El contubernio judeo-masónico-comunista: del satanismo al escándalo de la P-2, Madrid, Istmo, 1982 (ISBN 84-7090-121-4)  Johannes Rogalla von Bieberstein: Der Mythos von der Verschwoerung. Philosophen, Freimaurer, Juden, Liberale und Sozialisten als Verswchwoerer gegen die Sozialordnung. Wiesbaden: Marix 2008, ISBN 978-3-86539-162-9 Johannes Rogalla von Bieberstein: "Juedischer Bolschewismus". Mythos und Realität. Graz: Ares 2010, ISBN 978-3-902475-75-6
Notas e referências 

↑ a b e No. 8, setembro-outubro de 2011, portanto, o chamado "complô" dos judeus e maçons, que buscam dominar o mundo vem?, Por Emmanuel Pierrat, p.36
↑ Aleksander Dmitrievich Netchvolodow, O imperador Nicolau II e os judeus, Stephen Chiron, Paris, 1924, ASIN B001D7RNEA, p.231-236
↑ Nicolas Deschamps, as sociedades secretas e Sociedade, III, p. 661.
↑ (en) Johann Christian Ehrmann, "Das Judenthum in der Maurerey, eine deutsche Warnung um Logen alle" 1816.
↑ (en) Johannes von Rogalla Bieberstein "Die Estes von der freimaurerischen Verschwörung". [Arquivo]
↑ (en) Flensburger Hefte Verlag "Die Rolle der Juden im Rahmen der Verschwörungsthese". [Arquivo]
↑ Eduard Emil Eckert, a Maçonaria em seu verdadeiro significado (Der Orden Freimaurer wahren in seiner Bedeutung), Dresden, 1852 Versão online em Francês [arquivo], traduzido pelo padre Jean Guillaume Gyr
↑ Jacob Katz, judeus e maçons, 1970, p.152
↑ Texto on-line [arquivo] A invenção da tradição sagrada, por James R. Lewis, Olav Hammer, p.79
↑ Leon Meurin maçonaria da sinagoga de Satanás 1893 [arquivo]
↑ Bertrand Isidore, a Maçonaria, nascido seita judaica do Talmude, livro Bloud and Co., 1903 Texto on-line [arquivo]
↑ Jean-Baptiste Bidegain O Grande Oriente da França. Sua Doutrina e Atos, Paris, Librairie semita 1905, p.258
↑ Jean-Baptiste Bidegain op.citée, p.277
↑ Paul Copin-Albancelli, drama maçônico. Poder oculto contra a França, 1908, p.361-362
↑ Paul Copin-Albancelli, drama maçônico. Poder oculto contra a França, 1908, p.299
↑ Alemanha, Turquia e sionismo 1897-1918, Isaías Friedman [arquivo]
↑ A revolução de 1908 na Turquia por Aykut Kansu [arquivo]
↑ britânico política externa sob Sir Edward Grey, por Francis Harry Hinsley [arquivo]
↑ memórias políticas árabes e outros estudos, por Elie Kedourie [arquivo]
↑ Ernest Jouin perigo judaico-maçônico, Revista Internacional das Sociedades Secretas, 1921
↑ Leon de Poncins Maçonaria e Judaísmo, 1929, F. Paillart, a Maçonaria e Judaísmo: Powers segredo por trás da Revolução de texto on-line em Inglês [arquivo]
↑ Joseph Santo, The Judéomaçonnerie e Massacres de 6 de Fevereiro de 1934, 1935, impr. G. Pauc.
↑ Barry Domvile, do almirante ao grumete, P81.
↑ Delbeke F. Magnette, Jornal belga de Filologia e História, Ano 1939, Volume 18, Número 18-1, p. 203-207 [arquivo]
↑ Robert O. Paxton, Vichy France, Paris, Seuil, 1997, p.112
↑ um e cristãos B eo caso Dreyfus por Peter Pierrard, p.30 [arquivo]
↑ Umberto Eco, O Cemitério de Praga, Grasset
  • Notes et références
  • ↑ a et b  n°8, septembre-octobre 2011, D’où vient le prétendu "complot" des Juifs et de francs-maçons, qui viserait la domination du monde?, par Emmanuel Pierrat, p.36
  • ↑ Aleksander Dmitrievich Netchvolodow, L'Empereur Nicolas II et les Juifs, Étienne Chiron, Paris, 1924, ASIN B001D7RNEA, p.231-236
  • ↑ Nicolas Deschamps, Les Sociétés Secrètes et la Société, III, p. 661.
  • ↑ (de) Johann Christian Ehrmann, « Das Judenthum in der Maurerey, eine Warnung an alle deutsche Logen », 1816.
  • ↑ (de) Johannes Rogalla von Bieberstein, « Die These von der freimaurerischen Verschwörung ». [archive]
  • ↑ (de) Flensburger Hefte Verlag, « Die Rolle der Juden im Rahmen der Verschwörungsthese ». [archive]
  • ↑ Eduard Emil Eckert, La franc-maçonnerie dans sa véritable signification (Der Freimaurer Orden in seiner wahren Bedeutung), Dresde, 1852 Version en ligne en français [archive], traduit par l'abbé Jean Guillaume Gyr
  • ↑ Jacob Katz, Jews and Freemasons, 1970, p.152
  • ↑ Texte en ligne [archive] The invention of sacred tradition, par James R. Lewis, Olav Hammer, p.79
  • ↑ Léon Meurin La franc maçonnerie Synagogue de Satan 1893 [archive]
  • ↑ Isidore Bertrand, La Franc-maçonnerie, secte juive née du Talmud, Librairie Bloud et Cie, 1903 Texte en ligne [archive]
  • ↑ Jean-Baptiste Bidegain, Le Grand-Orient de France. Sa Doctrine et ses Actes, Paris, Librairie antisémite, 1905, p.258
  • ↑ Jean-Baptiste Bidegain, op.citée, p.277
  • ↑ Paul Copin-Albancelli, Le drame maçonnique. Le Pouvoir occulte contre la France, 1908, p.361-362
  • ↑ Paul Copin-Albancelli, Le drame maçonnique. Le Pouvoir occulte contre la France, 1908, p.299
  • ↑ Germany, Turkey, and Zionism 1897-1918, Isaiah Friedman [archive]
  • ↑ The revolution of 1908 in Turkey By Aykut Kansu [archive]
  • ↑ British foreign policy under Sir Edward Grey, By Francis Harry Hinsley [archive]
  • ↑ Arabic political memoirs and other studies, By Elie Kédourie [archive]
  • ↑ Ernest Jouin Le péril judéo-maçonnique, Revue Internationale des Sociétés Secrètes, 1921
  • ↑ Léon de Poncins Franc-maçonnerie et judaïsme, 1929, F. Paillart, Freemasonry & Judaism: Secret Powers Behind Revolution Texte en ligne en anglais [archive]
  • ↑ Joseph Santo, La Judéomaçonnerie et les Massacres du 6 février 1934, 1935, impr. G. Pauc.
  • ↑ Barry Domvile, From Admiral to Cabin Boy, p81.
  • ↑ Delbeke, Magnette F., Revue belge de philologie et d'histoire, Année 1939, Volume 18, Numéro 18-1, pp. 203-207 [archive]
  • ↑ Robert O. Paxton, La France de Vichy, Paris, éditions du Seuil, 1997, p.112
  • ↑ a et b Les Chrétiens et l'affaire Dreyfus, par Pierre Pierrard, p.30 [archive]
  • ↑ Umberto Eco, Le Cimetière de Prague, Éditions Grasset
  • Voir aussi
Veja também
Teorias conspiratórias maçônicas  -  Théories du complot maçonnique
Teorias da conspiração judaica  -  Théories du complot juif

Notes et références

domingo, 26 de maio de 2013

O Amor que Ficou - Nei Silveira de Almeida

Propostas de Nei Silveira de Almeida:

Porque os grandes centros, as grandes capitais estão infestadas de tanta gente?

Um país em desequilíbrio, desajuste social administração pública incompetente e corrupta...


É próprio do ser humano afastar-se de seus semelhantes em dificuldades...

Como banir alguém impiedosamente que só experimentou o sabor amargo pela vida

JK em cadeia de erros estratégicos com acelerado crescimento da economia informal

Um cidadão comum, a esperar por educadores, juristas e outras categorias busquem um ponto de partida para efetuar mudanças.

Serei rotulado de alarmista, disseminador do pânico e propagador de um pessimismo inconsequente e irresponsável

Nei, todas as suas propostas transcritas neste seu livro “O amor que ficou” são as melhores para este país que hoje está de cabeça para baixo, no entanto, quem vai permitir que o melhor aconteça ao povo e a soberania brasileira, quando os políticos que tomaram o poder se abaixaram, entregaram o patrimônio brasileiro na maior submissão através dos consensos, e tantos outros que desconhecemos, porque a verdadeira história do Brasil não é contada, nós não a conhecemos. Por estes motivos que todos os presidenciáveis assinam e endossam o arquivo da história do Brasil “como secreta”  por mais cinquenta anos. Hoje, vemos as FFAA se mobilizarem... porque foram feridos,com a comissão da verdade, eles não tem nenhuma culpa na derrocada do Brasil, porque, eles não abrem uma comissão contra a ação dos guerrilheiros que obedientes a Fidel/Cuba, praticaram atentados contra o Brasil nos anos 60 e 70 e hoje ocupam o poder tendo como liderança o Foro que Lula fundou em 1990 com Fidel, Farc,... e para minha tristeza batizaram de São Paulo? Porque os militares na ditadura não abraçaram a educação do povo brasileiro ao invés de aceitarem das classes dominantes, dos globalistas internacionais, em excluí-los nas grandes metrópoles alocando-os em favelas e cortiços imundos, sem qualquer higiene, para que se tornassem apenas mão de obra barata, a serviço deles. E falo também da religião (todas) que pregam a mentira, arrecadam os dízimos dos inocentes fiéis na intenção de gente-massas manipulando os votos aos políticos corruptos que destroem o Estado de Direito, e pregam o marxismo cultural deixando o povo impensante, revoltado, alienado... 

Parabéns pelo livro.

Sou, cidadã brasileira, paulistana,

Marilda Oliveira

oliveira.marilda@terra.com.br

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Um dos grandes males da religião é descartar todas as outras possibilidade


A religião reflete uma sociedade doente e dependente.


A religião será que faz bem ou mal? Nos aspectos gerais, para o bem comum e na individualidade de cada um. As religiões têm os seus prós e contras eu sei. Mas há um "mal irremediável", uma marca forte na consciência do devoto: o achar de que toda as outras opiniões não são válidas, e nem parar pra pensar nelas.

A ideia de que Deus não existe? A religião e a sociedade... família. A Igreja injeta na cabeça do indivíduo que é inevitável a existência de um ser superior, como principal argumento da origem de tudo, a perfeição da máquina humana, o Homem como imagem e semelhança de Deus. O Ser existe para todos.
A religião aliena a pessoa e molda o caráter (valores, idéias; cria o conceito da opinião), usa a retórica para convencer as pessoas, mas o pior vem ao usar o calcanhar de Aquiles de quase todas as pessoas: o medo da morte. Brincar com isso é fácil, mexer no profundo das pessoas, que habituadas com o Inferno do cotidiano querem ao menos garantir "o Paraíso depois daqui".

Um dos grandes males da religião é descartar todas as outras possibilidades.



Em filosofia, mais especificamente em epistemologia, crença é um estado mental que pode ser verdadeiro ou falso. Ela representa o elemento subjectivo do conhecimento. Platão, iniciador da tradição epistemológica, opôs a crença (ou opinião - "doxa", em grego) ao conceito de conhecimento.

Uma pessoa pode acreditar em algo e ainda assim, ter dúvidas. Acreditar em alguma coisa é dar a isso mais de 50% de chance de ser verdadeiro. Acreditar é acção.

A crença é a certeza que se tem de alguma coisa, é uma tomada de posição em que se acredita nela até ao fim. Sin: convicção, fé, conjunto de idéias sobre alguma coisa, etc. Atitude que admite uma coisa verdadeira.

Quando uma pessoa acredita em alguma coisa, no que ela acredita? Algo pode ser apontado como o objecto da crença?

Alguns filósofos diriam que sim. Para Frege, aquilo no que acreditamos é uma proposição. Para outros, como Ryle, Davidson e Fodor, aquilo em que acreditamos é uma frase (ou sentença).

Proposições são entidades abstratas. Frases são construções concretas. As diferenças entre tais tipos de entidades levam a diferenças nas respectivas teorias que as apontam como objectos da crença.

A teoria proposicional tem a vantagem de explicar como pessoas que se expressam em diferentes línguas podem compartilhar uma crença. Segundo tal teoria, o português que afirma sinceramente "O céu é azul" e o inglês que afirma sinceramente "The sky is blue" estão expressando, nas suas respectivas línguas uma mesma proposição abstrata. Como uma mesma entidade abstrata é o objecto da crença de ambos, ambos compartilham a mesma crença.

Uma questão fundamental sobre a epistemologia da crença é diferenciar o modo como cada um conhece suas próprias crenças do modo como cada um conhece as crenças dos outros.
A primeira pessoa conhece as suas próprias crenças de maneira imediata.
O conhecimento das crenças da terceira pessoa não é imediato. É inferencial. É apoiado na observação do comportamento da pessoa.

A meta da crença é a representação do mundo. A norma para a crença é que devemos acreditar no que é verdadeiro:
"[...] a evitação de contradição é interna ao próprio conceito de crença, dado que é interno à crença destinar-se a representar o mundo." (Richard Moran, "Replies to Heal, Reginster, Wilson, and Lear", p. 472 (em Philosophy and Phenomenological Research, volume LXIX, número 2, setembro de 2004, páginas 455-472)  
FALLEN ANGEL
A humanidade sempre teve ao seu redor um mundo de forças e energias ocultas que muitas vezes não conseguia compreender nem identificar. Assim sendo, procurou ao longo dos tempos proteção desses mesmos perigos ou riscos que faziam parte de seu medo ou desconhecido, surgindo aos poucos muitos objetos, imagens e amuletos, criando-se símbolos nas tradições de cada povo.

O pentagrama está entre os principais e mais conhecidos símbolos, pois possui diversas representações e significados, evoluindo ao longo da história. Passou de um símbolo cristão para a actual referência onipresente entre os neopagãos com vasta profundidade mágica.

Num dos mais antigos significados do pentagrama, os Hebreus designavam como a Verdade, para os cinco livros do Pentateuco (os cinco livros do Velho Testamento, atribuídos a Moisés). Na Grécia Antiga, era conhecido como Pentalpha, geometricamente composto de cinco As.

O pentagrama também é encontrado na cultura chinesa representando o ciclo da destruição, que é a base filosófica de sua medicina tradicional. Neste caso, cada extremidade do pentagrama simboliza um elemento específico: Terra, Água, Fogo, Madeira e Metal. Cada elemento é gerado por outro, (a Madeira é gerada pela Terra), o que dará origem a um ciclo de geração ou criação. Para que exista equilíbrio é necessário um elemento inibidor, que neste caso é o oposto (a Água inibe o Fogo). 



Durante a Inquisição, a igreja mergulhou no próprio diabolismo ao qual se opunha. Nessa época o pentagrama simbolizou a cabeça de um bode ou do diabo, na forma de Baphomet, o mesmo que a Igreja acusou os Templários de adorar. Assim sendo o pentagrama passou de um símbolo de segurança à representação do mal, sendo chamado de Pé da Bruxa. Assim a perseguição da Igreja fez as religiões antigas ocultarem-se na clandestinidade.


Até hoje o pentagrama é um símbolo que indica ocultismo, proteção e perfeição. Independente do que tenha sido associado no seu passado, ele configura-se como um dos principais e mais utilizados símbolos mágicos da cultura Universal.

Info de Spectrum


Base para pesquisa: http://antiteismoportal.blogspot.com.br/2012/10/mundo-estranho-e-religioso.html

domingo, 7 de outubro de 2012

Ufos(Ovnis) - Militares admitem



Informações como as do vídeo acima são verdadeiramente “abafadas” até mesmo entre as próprias equipes que trabalham nos órgãos de controle.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Segredos e Revelações da História do Brasil - Gustavo Barroso - Revista O Cruzeiro

 A lenda do Eldorado. A França, a Holanda, e a Inglaterra logo procuraram se apoderar de territórios costeiros que lhes permitissem a expansão pelo interior, na demanda do Eldorado Dourado.Eis como surgiram ao norte da nossa Amazônia, além do Meridiano marco de Tordesilhas as três Guianas, três cunhas estrangeiras ainda hoje existentes, graças à fraqueza e à falta de sentido político das nações sul-americanas. Essa vizinhança trouxe ao Brasil duas questões de limites, hoje felizmente resolvidas. Uma com a Guiana Inglesa. Outra, mais grave com a Guiana Francesa...

"Mississipi" último romance de Gustavo Barroso Pág.76
Segredos da história do Brasil revelados por Gustavo Barroso na revista O Cruzeiro (1948-1960)
Revista Fon-Fon -  (colunista Gustavo Barroso 1907 a 1945)
http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_periodicos/fonfon/fonfon_1944/fonfon_1944_001.pdf  -(Dom Afonso filhoD.JoãoII e Isabel-triste história-10)
pg.67
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Acervo:Segredos e Revelações da História do Brasil (1954 - 1956) - O Cruzeiro
Código de Ref.:SRHB-01
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:O Inhame na História do Brasil
Descrição:O artigo descreve a história do 'Inhame': "O alimento por excelência do índio brasileiro - o que Pero Vaz de Caminho contou a Dom Manuel - o que dizem os historiadores desde o século XV até o século XVIII..."
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[10 Abr. 1954]
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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2
Acervo:Segredos e Revelações da História do Brasil (1954 - 1956) - O Cruzeiro
Código de Ref.:SRHB-02
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:Primeira Viagem Comercial entre o Brasil e a Rússia
Descrição:Assuntos tratados no artigo: Primeira viagem comercial entre o Brasil e a Rússia. A vinda de Kotzebue ao Rio de Janeiro e as expedições de Langsdorf. A viagem do bergantim 'Mercurúrio Feliz'. Uma resolução do Conselho da Fazenda.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:29/5/1954
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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3
Acervo:Segredos e Revelações da História do Brasil (1954 - 1956) - O Cruzeiro
Código de Ref.:SRHB-03
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:História dos Dragões da Independência
Descrição:O artigo aborda os seguintes temas: Criação da Imperial Guarda de Honra Seu significado histórico Como nasceram os Dragões da ndependência A fôrça duma ideia e sua realização
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[26 Jun. 1954]
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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4
Acervo:Segredos e Revelações da História do Brasil (1954 - 1956) - O Cruzeiro
Código de Ref.:SRHB-04
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:A Caça na Pré-História Brasileira
Descrição:Artigo descreve o valor dos estudos pré-históricos em relação à história; suas fontes de documentação no Brasil; plafitas, ostreiros e grutas calcárias; a pictografia paleolítica e a magia da caça e o Brasil, como a mais velha terra do mundo.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[25 Jun. 1955]
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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5
Acervo:Segredos e Revelações da História do Brasil (1954 - 1956) - O Cruzeiro
Código de Ref.:SRHB-05
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:A Casa dos Sete Candeeiros
Descrição:O artigo traz a Biografia duma casa histórica; Do espanhol Don Ximenes Almiron aos nossos dias; Origem de um nome verdadeiramente curioso; A alma viva de um antigo solar do Estado baiano.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[23 Jul. 1955]
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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6
Acervo:Segredos e Revelações da História do Brasil (1954 - 1956) - O Cruzeiro
Código de Ref.:SRHB-06
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:Os Palmares de Minas Gerais
Descrição:Artigo apresenta os quilombos na historia e na geografia do Brasil; o Rei Ambrósio e o Tengo-Tengo dos Araxás (os 'Palmares de Minas Gerais'); a expedição do capitão Portugual; a vida dos quilombos; Bartolomeu Bueno e as orelhas dos pretos fugidos.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[20 Ago. 1955]
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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7
Acervo:Segredos e Revelações da História do Brasil (1954 - 1956) - O Cruzeiro
Código de Ref.:SRHB-07
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:O Solar do Rei do Café
Descrição:O artigo apresenta 'Da cruz e do pau-brasil ao açúcar e ao café': riqueza da antiga Província Fluminense; os barões assinalados da Serra do Mar; o maior dos breves, Rei do Café; a Fazenda da Grama e sua significação.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[01 Out. 1955]
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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8
Acervo:Segredos e Revelações da História do Brasil (1954 - 1956) - O Cruzeiro
Código de Ref.:SRHB-08
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:Os Troféus da Guerra do Paraguai
Descrição:O artigo possui as seguintes informações: a informação da verdade histórica sôbre os acontecimentos que antecederam à luta; o verdadeiro significado dos chamados troféus; a idéia em tôrno da sua restituição; a sacralidade da tradição nacional.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[08 Out. 1955]
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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9
Acervo:Segredos e Revelações da História do Brasil (1954 - 1956) - O Cruzeiro
Código de Ref.:SRHB-09
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:Um Pirata Brasileiro no Mar da Antilhas
Descrição:O artigo apresenta a vida aventureira e as célebres façanhas de Roque, o Brasileiro, o pirata poliglota. Espanhóis que foram cruelmente assados no espêto. O ataque de Campeche e a derrota de Merida.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[15 Out. 1955]
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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11
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Código de Ref.:SRHB-11
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:Um pirata inglês na Bahia
Descrição:O artigo comenta o livro de Carlos Johnson (capitão de navio inglês) sobre a história dos piratas inglêses na provincia da Bahia, como era o Brasil naquela época. A vida e morte do Capitão Bartolomeu Roberts, sua façanha no pôrto de S.Salvador, no estado da Bahia e por fim deixa a cargo do Instituto Histórico da Bahia a pesquisa sobre a legitimidade das descrições do livro.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[26 Nov. 1955]
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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12
Acervo:Segredos e Revelações da História do Brasil (1954 - 1956) - O Cruzeiro
Código de Ref.:SRHB-12
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:A Grande Peste de 1686
Descrição:O artigo apresenta a única notícia sobre o terrível flagelo que ocorreu de Pernambuco a Bahia, descrita no livro "Desenganos de Pecadores", do autor Pde Alexandre Perier, onde narra a peste como vinda de navio da África com um barril de carne podre que gerou uma catastrófica epidemica e descreve como em 'A Divina Comédia' o fedor da podridão comparando com o fedor do inferno e o fedor dos diabos.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[24 Dez. 1955]
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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13
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Código de Ref.:SRHB-13
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:A Sentinela do Serro
Descrição:AArtigo desvreve a história do primeiro jornal publicado em MG "A abelha de Itacolomy" e o "Sentinela do Serro". A influência neles do Padre Viegas, Cipriano Barata e Teófilo Otoni. A influência da maçonaria nos "Sentinelas" por todo Brasil.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[31 Dez. 1955]
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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14
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Código de Ref.:SRHB-14
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:A Famosa Legião de São Paulo
Descrição:O artigo apresenta o conceito e aplicação do termo Legião; as Legiões romanaas e as francesas; Legiões na história do Brasil; Legião de S.Paulo e a Legião de caçadores da Bahia.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:s.d
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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15
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Código de Ref.:SRHB-15
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:A Vingança dos Piratas
Descrição:O artigo trata do povoamento de Santa Catarina, a fundação de Nossa Senhora do Destêrro e de Francisco Dias Velho que vence os piratas e morre nas suas mãos.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:s.d
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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Acervo:Segredos e Revelações da História do Brasil (1954 - 1956) - O Cruzeiro
Código de Ref.:SRHB-16
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:A Tragédia de Vila Nova D’el Rei
Descrição:Uma corrida de cavalos no litoral do Ceará e a morte do cavalo (ganhador)do juiz, culmina com a prisão do Coronel Manuel Martins Chaves e seus defensores promovem o assassinato do juiz, vários amigos tentam ajudar mas acabam mortos ou feridos. A prisão do coronel, mandatario do assassinato e outros durou anos para ser feita mas finalmente o Coronel e seu sobrinho foram levados a Lisboa, seus bens foram consfiscados no Ceará, o Coronel morreu na prissão e seu sobrinho foi solto e retornou ao Brasil.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:s.d
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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Acervo:Segredos e Revelações da História do Brasil (1954 - 1956) - O Cruzeiro
Código de Ref.:SRHB-17
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:Os Criadores da Civilização do Couro
Descrição:Artigo revela a vida dos vaqueiros e o povoamento dos sertões; o ciclo do gado; os encourados de Quixeramobim e do Pedrão; os vaqueiros na literatura e na história e as verdadeiras raízes vivas da nacionalidade.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:s.d
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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Acervo:Segredos e Revelações da História do Brasil (1954 - 1956) - O Cruzeiro
Código de Ref.:SRHB-18
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:Os Frades de Pau de Diamantina
Descrição:O artigo descreve o antigo Arrail do Tijuco (atual Diamantina) e suas igrejas. Mostra os marcos históricos como a águia-bicéfala (ostentada na coroa portuguesa) na Igreja do Rosário e os frades de pau. Faz a comparação em outras culturas desses marcos como a velha tradição dos Deus Hermes, na Grécia .
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:s.d
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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Acervo:Segredos e Revelações da História do Brasil (1954 - 1956) - O Cruzeiro
Código de Ref.:SRHB-19
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:Os Símbolos da Monarquia Brasileira
Descrição:Não existe um artigo apenas duas imagens: Dom Pedro I retratado por Henrique José da Silva. A sua mão apóia-se na 1ª coroa do Brasil e Dom Pedro II retatado pelo francês Le Chevrel, ostenta a famosa murça de papos de tucano.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:s.d
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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Código de Ref.:SRHB-21
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:Os Primeiros Soldos do Exercito Brasileiro
Descrição:O artigo descreve a primeira tabela de vencimentos militares no Brasil, os postos antigos e soldos primitivos. Etapas e cavalgaduras. Comissões e gratificações. A desvalorização do nosso dinheiro.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[21 Jan. 1976]
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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Acervo:Segredos e Revelações da História do Brasil (1954 - 1956) - O Cruzeiro
Código de Ref.:SRHB-22
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:O Mistério da Origem de João Ramalho
Descrição:O artigo descreve quem era e de onde veio João Ramalho, fundador do arraial mameluco de Santo André da Borda do Campo que antecedeu a fundação da Vila de São Paulo de Piratininga.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[18 Fev. 1956]
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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23
Acervo:Segredos e Revelações da História do Brasil (1954 - 1956) - O Cruzeiro
Código de Ref.:SRHB-23
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:A Bananeira e os Índios do Brasil
Descrição:O artigo descreve a origem misteriosa da bananeira: a pocova dos tupis; as lendas da mandioca e do algodão: um mistério a ser esclarecido.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[19 Fev. 1956]
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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Código de Ref.:SRHB-24
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:Generais por Decreto e Por Aclamação
Descrição:O artigo discorri sobre os civis que se tornaram generais honorários e oficiais que fizeram seus colegas generais por aclamação, durante o Govêrno Provisório e a crítica de Eduardo Prado. Deodoro da Fonseca recebe o título de Generalíssimo, contestado pelo 'Times' como observa o mesmo crítico. A curta vida dessas homenagens.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[03 Mar. 1956]
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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Código de Ref.:SRHB-25
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:A Casa Grande da Parnaíba
Descrição:Sua origem, formação, apogeu e declínio: foi no delta do antigo Rio Puneré que Domingos Dias da Silva fundou a Casa Grande da Parnaíba. Seu filho Simplício Dias da Silva, após sua morte, dominou econômica, política, social, moral e religiosamente grande parte da Província e dedicando-se demais a política e não aos negócios fa família acabou por deixar a Casa Grande decair até desaparecer.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[10 Mar. 1956]
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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Código de Ref.:SRHB-26
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:A Única Reação Contra o 15 de Novembro
Descrição:O artigo comenta a madrugada de 15 de novembro e o último viva ao Imperador. Deodoro e a proclamação da República. A reação a bala do Barão do Ladário. A apatia popular e o único sangue derramado.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[17 Mar. 1956]
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:Um Conto do Vigário no Ceará ao Fim da Monarquia
Descrição:O artigo discorri sobre o audacioso roubo em Fortaleza, sobre a quadrilha de espertalhões que atuava do Rio de Janeiro até o Pará e o que fez a polícia do Ceará.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[24 Mar. 1956]
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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28
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Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:O Poder Absoluto e o Imperador Constitucional
Descrição:A dissolução da Contituinte e a Constituição do império; D. Pedro I soberano constitucional; várias Câmaras municipais propuseram a prática do absolutismo e castigo dum magistrado que o praticou.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[07 Abr. 1956]
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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Código de Ref.:SRHB-29
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:O Místico de Quixeramobim
Descrição:O artigo apresenta onde e quando nasceu Antônio Conselheiro: o místico
célebre no folclore e na história, seu trágico fim e o que dele resta atualmente
na terra natal.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[28 Abr.. 1956]
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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Código de Ref.:SRHB-30
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:Um Atentado Contra o Marechal de Ferro
Descrição:O artigo descreve a trama feita em Paris pelos exilados políticos contra a vida do
Marechal Floriano Peixoto que sendo comunicado pelo Ministro do Brasil em Paris 
se absteve de comparecer a posse de seu sucessor Prudente de Morais.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[05 Maio. 1956]
Autor:Gustavo Dodt Barroso





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Código de Ref.:SRHB-31
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:Excomunhão de um Juiz no 1º Reinado
Descrição:O artigo discursa sobre as relações jurídicas entre o Estado e a Igreja no primeiro reinado, no caso, tendo como motivo a morte de um escravo e a reclamação do proprietário do mesmo, ao juiz ordinario de Cabo Frio que pede a exumação do corpo para o Vigário da Vila de Macaé que se nega a permitir e excomunga o Juiz por ter desobedecido suas ordens. Chegando a estâncias superior, tendo como apoio ao Juiz, D. Pedro I solicita aos superiores do mesmo, que o vigário fosse repreendido e afastado por determinado tempo de seis ofícios.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[26 Maio. 1956]
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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Acervo:Segredos e Revelações da História do Brasil (1954 - 1956) - O Cruzeiro
Código de Ref.:SRHB-32
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:A Cidade que Matou o Vigário
Descrição:O artigo descreve o descobrimento e povoamento da Vila Angra dos Reis, no século XVII, e numa desavença o assassínio do Vigário pela comunidade e as consequências que sofreram com interdição do Bispo do Brasil que regia da Bahia essa região, mudando de lugar para o atual e a mudança do nome para Vila da Ilha Grande, voltando somente no século XIX a antiga denominação.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[16 Jun. 1956]
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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Acervo:Segredos e Revelações da História do Brasil (1954 - 1956) - O Cruzeiro
Código de Ref.:SRHB-33
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:A Igreja que Criou uma Cidade
Descrição:A matriz de Quixeramobim que nasceu da capela duma fazenda: vida e história. A cruz e a civilização sertaneja - Um fazendeiro bandeirante e a matriz velha - um vigário santo e a matriz nova.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[30 Jun. 1956]
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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Título:O Rei dos Mongos
Descrição:O tráfico negreiro e os mongos (intermediários) da costa d'Africa. Mulato brasileiro rei dos mongos (alcunha Chá-Cha): sua vida, morte e seus funerais daomeanos e sua reencarnação africana.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[14 Jul. 1956]
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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Código de Ref.:SRHB-35
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Título:O Primeiro Urbanista de Fortaleza
Descrição:Ferreira Boticário, sua origem, vida e morte. A Praça do Ferreira e sua significação. A obra dum urbanista de 1842 a 1859. Um exemplo perante a mocidade e uma pergunta sem resposta.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[21 Jul. 1956]
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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Código de Ref.:SRHB-36
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:Um Cadáver Dentro de um Saco
Descrição:Desaparecimento e morte do Juiz Ordinário da Laguna Luiz Martins Collaço, achado seu corpo num saco plástico dentro do rio. Duas versões sobre a morte: rixa entre famílias poderosas os Tavares e os França e o envolvimento do Juiz com moça solteira, sendo casado, da Familia Tavares. Por várias ambiguidades de confições até hoje não se sabe o motivo real do assassinato.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[28 Jul. 1956]
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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Título:O Batismo de Sangue do Amapá
Descrição:A tomada da vila do Amapá pelos franceses. O ouro faz correr sangue. A resistência de Veiga Cabral. A terra que sempre foi nossa.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[11 Ago. 1956]
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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Título:Os Fundadores da Vila de Laguna
Descrição:Domingos de Brito e seus filhos (bandeirantes) fundam a 'Vila de Santo Antonio dos Anjos da Laguna'. Importância transcendental da fundação da Laguna.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[18 Ago. 1956]
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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Acervo:Segredos e Revelações da História do Brasil (1954 - 1956) - O Cruzeiro
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Título:A execução do Barão Batovi
Descrição:Marechal Floriano Peixoto, para consolidar a República, indica o coronel Antonio Moreira César ao governo de Santa Catarina que promoveu um "ajuste de contas", com prisões e fuzilamentos sumários de militares e civis que foram praticados em represália à rebeldia federalista. Uma carta da Baronesa de Batovi e sua nora dirigida de Montividéu (onde se exilaram) ao Barão de Ladário. Comentários do senador pelo Paraná Vicente Machado e a resposta no 'Semana Política' de José do Patrocínio: a eterna presença dos mortos.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[15 Ago. 1956]
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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Acervo:Segredos e Revelações da História do Brasil (1954 - 1956) - O Cruzeiro
Código de Ref.:SRHB-40
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:O Mais Amado Governante do Ceará
Descrição:Dia de finados na Fortaleza de ontem. As romarias da arraia-miúda (povo de favelas) ao cemitério. O culto à memória do Presidente da província durante 30 anos que com as novas gerações foi-se apagando. Caio Prado, penúltimo presidente da Provincia do Ceará no regime monárquico morre de febre amarela aos 35 anos, e o coração do povo cearense.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[01 Set. 1956]
Autor:Gustavo Dodt Barroso

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Acervo:Segredos e Revelações da História do Brasil (1954 - 1956) - O Cruzeiro
Código de Ref.:SRHB-41
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:O primeiro Ataque dos Holandeses ao Brasil
Descrição:Desembarque dos holandeses na Capitania do Rio de Janeiro em 11 de fevereiro de 1599 sobre comando de Olivier van Noort, sendo repelido pelos portugueses. Com isso seguiu para o estreito de Magalhaes, sempre saqueando os portos e capturando as embarcações que encontrava. Mesmo a expedição estando falida do ponto de vista político militar resultava num êxito admirável do ponto de vista comercial com as especiarias que trouxara para Holanda, semelhante ocorrido com Fernão de Magalhães.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[22 Set. 1956]
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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42
Acervo:Segredos e Revelações da História do Brasil (1954 - 1956) - O Cruzeiro
Código de Ref.:SRHB-42
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:O régulo e Matador de Paranaguá
Descrição:Domingos Peneda (bandeirante), tendo a alcunha de 'régulo e matador' foi uns dos que fundaram a Vila de Paranaguá e depois que Gabriel de Lara (sertanista paulista) cria o municipio de Paranaguá com autorização do rei e Domingos Peneda e seu filho tornam-se 'Juiz Ordinário'.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[29 Set. 1956]
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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43
Acervo:Segredos e Revelações da História do Brasil (1954 - 1956) - O Cruzeiro
Código de Ref.:SRHB-43
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:As Charqueadas do Nordeste
Descrição:O artigo apresenta a origem das charqueadas na Vila de Parnaíba (Piauí), pelos senhores da Casa-Grande (Domingos Dias da Silva) e como seus descendentes a acabaram em decadência. A evolução das oficinas e comércio do charque na Vila de Aracati na Capitania do Ceará. As enchentes do rio Jaguaribe e a sêca de quatro anos devastaram os rebanhos sertanejos e acabou com a produção da verdadeira carne-do-Ceará.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[20 Out. 1956]
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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Acervo:Segredos e Revelações da História do Brasil (1954 - 1956) - O Cruzeiro
Código de Ref.:SRHB-44
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:O Papel da Artilharia em Canudos
Descrição:A artilharia nas últimas expedições contra o arraial do Conselheiro. Impressionanate depoimento do Brigadeiro Vilela Júnior. A morte de Moreira César e a vitória de Artur Oscar. O Sargento Leão do 2º Regimento.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[27 Out. 1956]
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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Acervo:Segredos e Revelações da História do Brasil (1954 - 1956) - O Cruzeiro
Código de Ref.:SRHB-45
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:As especiarias no Brasil
Descrição:Conceito e definição das especiarias. A importância do seu comércio. A produção das especiarias e do chá no nosso país. O que o Govêrno Raeal e o Govêrno Imperial fizeram para isso.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[03 Nov. 1956]
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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Acervo:Segredos e Revelações da História do Brasil (1954 - 1956) - O Cruzeiro
Código de Ref.:SRHB-46
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:O Primeiro Rei que Deu Livros ao Brasil
Descrição:O artigo apresenta a origem e história da Biblioteca Nacional. Do Covento do Carmo à Rua do Passeio e da Rio do asseio à Avenida Rio Branco. O maior monumento erigido por D. João VI.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:[01 Dez.. 1956]
Autor:Gustavo Dodt Barroso
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Acervo:Segredos e Revelações da História do Brasil (1954 - 1956) - O Cruzeiro
Código de Ref.:SRHB-47
Espécie/Formato/Tipo:ARTIGO DE PERIÓDICO
Título:A fortaleza monumento do Potengi
Descrição:Descrição de Natal e do Forte dos Reis Magos. A resistência aos holandeses. Uma página de heroismo. A aurora do cristianismo em um toponímia.
Localidade:Rio de Janeiro, RJ, BRA
Data:22/9/1956
Autor:Gustavo Dodt Barroso

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