sexta-feira, 30 de abril de 2021

Há vacinas e Sacinas...

 

Seguintee, as informações não podem ser confundidas como percebi nos comentarios nas redes sociais... Há vacinas e Sacinas... A do.Bill Kill é da Pizer e Moderna..uma.Sacina RNA-VAC....A do Butantã-Coronavc é de insumo da China uma tradicional DNA-VAC, virus atenuado ou morto. A Astra-Zeneca é de virus inócuo com DNA do Coronavírus. A Jansen Dose Unica é um mix de DNA-Virus atenuado e Virus inócuo, feiita no reino unido. Sou médico e tb SOFRI pra entender e discriminar a cousa porque a paranoia legitima contra a RNA VAC do Bill Kill MISTUROU tudo no mesmo saco. Em todo caso, apesar de ser de risco pela idade 63 tb não tomo nem vac de H1N1 porque invisto na auto-Imunidade e não quero ficar refem da industria de Vacina. Se um dia faltar e falhar as vacinas estaremis lascados sem capacidade de auto-produzir imunidade natural. Meu ponto de vista. A vida é sua e de ninguem mais. Gratissimo.

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SOU GRATA DINAR, POR SUAS EXPLICAÇÕES.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

Amazônia! o que aconteceu com essa imensa povoação?

 

domingo, 7 de fevereiro de 2021

Mitos ambientalistas não resistem à investigação científica da Amazônia

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







continuação do post anterior: Civilizações perdidas na floresta amazónica desmentem mitos 'verdes'



O nosso blog “Verde: a cor nova do comunismo” vem coletando há anos testemunhos científicos de que a floresta amazônica foi desmatada em boa medida e intensamente trabalhada por grandes civilizações do passado, hoje desaparecidas.

Essas podem ter nucleado milhões de membros hierarquizados e metódicos que foram os autores de culturas originais das quais pouco ainda conhecemos, segundo se tira de apanhado do site “Quora”, eco de numerosas publicações.

Uma das razões que levam a essa conclusão de múltiplos trabalhos arqueológicos, e não das menores, é a identificação insofismável de terra preta resultante da adubação feita por agricultores inteligentes e que tornou extraordinariamente fértil uma região como a floresta tropical onde o solo é habitualmente pobre.

Ainda faltam dados para se definir a exata identidade dessas civilizações e toda sua história, mas sem dúvida foram as mais antigas civilizações da floresta úmida amazônica.

Na bacia amazônica poderia haver 1300 vestígios de cidades grandes e pequena
Na bacia amazônica poderia haver 1300 vestígios de cidades grandes e pequena
Já tivemos ocasião, mais de uma vez, de escrever sobre essas civilizações desaparecidas na Amazônia e da virtual oposição oficial dos investigadores há décadas obstaculizados em seus trabalhos de descoberta.

Amazônia, lar de uma grande civilização perdida

Arqueólogos e linguistas revelam civilização urbana no Alto Xingu, Amazônia

MAIS RECENTES:

Civilizações perdidas na floresta amazónica desmentem mitos 'verdes'

Mitos ambientalistas não resistem à investigação científica da Amazônia

National Geographic: abandonar velhos mitos


O site da reputada National Geographic Society aborda incisivamente a questão de fundo: é preciso abandonar a ideia da Amazônia povoada por pequenas tribos nômades vagueando numa selva virgem.

Porque antes da chegada de descobridores, colonizadores e evangelizadores em volta do Rio Amazonas floresciam civilizações com grandes cidades e centros cerimoniais. Quer dizer bem antes de Cristóvão Colombo avistar as primeiras praias da América Central.

Milhões de pessoas integravam este imenso conjunto que explorava a agricultura e piscicultura, desmatava, adubava modificando a terra, construindo cidades, fortalezas, estradas e canais de uma perfeição que espanta.


Vídeo: Geoglifos e sambaquis
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As mais recentes pesquisas arqueológicas com tecnologia de avançada encontraram que a história da floresta tropical amazônica é bem mais diferente do que se contava até hoje, acrescenta a National Geographic.

Essa publicou no jornal científico Nature Communications, parte dos resultados que desafiam a esclerosada percepção comum sobre a floresta úmida da Amazônia como sendo escassamente povoada.

Essa narrativa menosprezava que já no século XVI europeus fizeram ricos relatos da existência de grandes cidades interconectadas por uma rede de estradas.

Como o satélite 've' vestigios arqueológicos através da vegetação. Na foto cidade perdida na América Central
Como o satélite 'vê' vestígios arqueológicos através da vegetação.
No gráfico: cidade perdida na América Central
“Muita gente ainda acredita que esse foi um paraíso intocado”, explicou Jonas Gregório de Souza, arqueólogo da Universidade de Exeter, Grã-Bretanha, engajado nos trabalhos.

Como a maioria da região ainda não foi explorada e está coberta por uma densa floresta, até agora ficou inacessível aos arqueólogos.

Agora com o recurso de imagens de satélite puderam ser fotografados antigos geoglifos —grandes figuras feitas no chão, em morros ou regiões planas — em partes inexploradas do Mato Grosso.

Com os dados dos satélites, expedições de cientistas foram direto aos locais e encontraram grandes extensões de terra que foram trabalhadas por hábeis agricultores em pelo menos 24 pontos que visitaram.

Num deles encontraram cerâmicas e carvão de uma cidade do ano 1410 a.C.

Com os achados puderam prospectar onde houve outros sítios de cidades semelhantes e criaram um modelo computacional que permite reconhecer pelas elevações feitas pelo homem muitos outros aldeiamentos ou cidades escondidas ao olho humano.

Eles estimam que existam por volta de 1.300 geoglifos reveladores da existência outrora de cidades numa área de quase 400.000 quilômetros quadrados, na maioria no Acre e países vizinhos, dois terços dos quais ainda não foram visitados.

Terra Preta evidencia trabalhos intensivos de adubação
Terra Preta evidencia trabalhos intensivos de adubação
Os computadores também estimam uma densidade populacional muito maior da imaginada. A equipe pensa em algo entre 500.000 e 1 milhão de pessoas em apenas 7% da bacia amazônica desafiando todas as estimativas anteriores.

Esses sítios interconectados sugerem uma série de cidades fortificadas que floresceram numa extensão de mais de 1770 quilômetros entre os anos 1.200 e 1500 a.C.

Com esses dados “nós precisamos reescrever a história da Amazônia”, disse o professor da Universidade de Exeter José Iriarte, co-autor do trabalho.

The Wall Street Journal: ambientalistas mudam de ideia

Zoolito amazônico, procedência indeterminada, na Univ.Federal do Pará
Zoolito amazônico, procedência indeterminada,
na Univ.Federal do Pará
Para o “The Wall Street Journal” o volume de provas recolhidas pelos arqueólogos com imagens de satélites, radares levados em aviões e câmeras em drones estão fazendo que ecologistas e ambientalistas abandonem suas velhas crenças numa Amazônia jamais tocada pela civilização.

O antropólogo Michael Heckenberger da Universidade da Florida em Gainesville, definiu: “Estamos diante de uma floresta influenciada pelo homem como não conhecíamos”.

Os achados incluem 81 instalações anteriores à data da chegada de Colombo a América, na bacia do Tapajós em Mato Grosso, que remontam aos anos 1250‒1500 a.C.

Algumas são pequenas e outras grandes e têm múltiplos montículos provavelmente devotados a cerimônias (com vagas semelhanças com pirâmides), praças e calçadas, disseram os arqueólogos.

Mas, então o que aconteceu com essa imensa povoação? 

De Souza enuncia diversas hipóteses, mas reconhece que ainda há muita coisa a se investigar sobre o destino dessas civilizações que numa hora desconhecida se desvaneceram.


Vídeo: A pedra do Ingá, Paraíba
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sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

A natureza cíclica do Universo está intimamente ligada à impermanência de todas as coisas e situações, o Ser, da paz vibrante que encontramos dentro de nós ao entrarmos no estado de não resistência

Créditos: Elciene Tigre - 22/01/2021


A Impermanência e os Ciclos da Vida.
Enquanto permanecermos na dimensão física e em conexão com a psique humana coletiva, o sofrimento, embora raro, ainda pode acontecer. Não devemos confundi-lo com o sofrimento emocional. Todo sofrimento é criado pelo ego e fruto de uma resistência. Além disso, nessa dimensão, ainda nos sujeitamos à natureza cíclica e à lei da impermanência de todas as coisas, mas já não vemos mais o sofrimento como uma coisa “má”. Ele simplesmente é.
Ao permitir o “existir” de todas as coisas, uma dimensão mais profunda, por baixo do jogo dos opostos, se revela para nós como uma presença permanente, uma serenidade plena e estável, uma alegria sem motivo que se situa além do bem e do mal. Essa é a alegria do Ser, a paz de Deus.
No nível da forma existe nascimento e morte, criação e destruição, crescimento e dissolução de espécies aparentemente independentes. Podemos ver isso em tudo: no ciclo da vida de uma estrela ou de um planeta, em um corpo físico, em uma árvore, em uma flor; na ascensão e queda de nações, de sistemas políticos e de civilizações, e também nos inevitáveis ciclos de lucros e perdas que temos na vida.
Existem ciclos de sucesso, como quando as coisas acontecem e dão certo, e ciclos de fracasso, quando elas não vão bem e se desintegram. Você tem de permitir que elas terminem, dando espaço para que coisas novas aconteçam, ou se transformem. Se nos apegamos às situações e oferecemos uma resistência nesse estágio, isso significa que estamos nos recusando a acompanhar o fluxo da vida e que vamos sofrer.
Não é verdade que o ciclo ascendente seja bom e o ciclo descendente seja ruim, a não ser no julgamento da mente. O crescimento é, em geral, considerado positivo, mas nada pode crescer para sempre. Se o crescimento nunca tivesse fim, poderia acabar em algo monstruoso e destrutivo. É necessário que as coisas acabem, para que coisas novas aconteçam.
O ciclo descendente é absolutamente essencial para a realização espiritual. Você tem de ter falhado gravemente de algum modo, ou passado por alguma perda profunda, ou algum sofrimento, para ser conduzido à dimensão espiritual. Ou talvez o seu sucesso tenha se tornado vazio e sem sentido e se transformado em fracasso. O fracasso está sempre embutido no sucesso, assim como o sucesso está sempre encoberto pelo fracasso. No mundo da forma, todas as pessoas “fracassam” mais cedo ou mais tarde, e toda conquista acaba em derrota. Todas as formas são impermanentes.
Você pode ser ativo e apreciar a criação de novas formas e circunstâncias, mas não deve se identificar com elas. Você não precisa delas para obter um sentido de eu interior. Elas não são a sua vida, pertencem à sua situação de vida.
Nossa energia física também está sujeita a ciclos. Não consegue estar sempre no máximo. Teremos momentos de baixa e de alta energia. Em alguns períodos, estaremos altamente ativos e criativos, mas em outros tudo vai parecer estagnado, teremos a impressão de não estarmos indo a lugar nenhum, nem conseguindo nada. Um ciclo pode durar de algumas horas a alguns anos e dentro dele pode haver ciclos longos ou curtos. Muitas doenças são provocadas pela luta contra os ciclos de baixa energia, que são fundamentais para uma renovação. Enquanto estivermos identificados com a mente, não poderemos evitar a compulsão de fazer coisas e a tendência para extrair o nosso valor de fatores externos, tais como as conquistas que alcançamos. Isso torna difícil ou impossível para nós aceitarmos os ciclos de baixa e permitirmos que eles aconteçam. Assim, a inteligência do organismo pode assumir o controle, como uma medida autoprotetora, e criar uma doença com o objetivo de nos forçar a parar, de modo a permitir que uma necessária renovação possa acontecer.
A natureza cíclica do Universo está intimamente ligada à impermanência de todas as coisas e situações. Buda fez disso uma parte central de seu ensinamento. Todas as circunstâncias são altamente instáveis e estão em um fluxo constante, ou, como ele colocou, a impermanência é uma característica de cada circunstância, de cada situação com que vamos nos deparar na vida. Elas vão se modificar, desaparecer ou deixar de proporcionar prazer. A impermanência também é um ponto central dos ensinamentos de Jesus: “Não acumule tesouros na terra, onde as traças e a ferrugem arruínam tudo, onde os ladrões arrombam as paredes para roubar...”
Enquanto a mente julgar uma circunstância “boa”, seja um relacionamento, uma propriedade, um papel social, um lugar ou o nosso corpo físico, ela se apega e se identifica com ela. Isso faz você se sentir bem em relação a si mesmo e pode se tornar parte de quem você é ou pensa que é. Mas nada dura muito nessa dimensão, onde as traças e a ferrugem devoram tudo. Tudo acaba ou se transforma: a mesma condição que era boa no passado, de repente, se torna ruim. A prosperidade de hoje se torna o consumismo vazio de amanhã. O casamento feliz e a lua de mel se transformam no divórcio infeliz ou em uma convivência infeliz. A mente não consegue aceitar quando uma situação à qual ela tenha se apegado muda ou desaparece. Ela vai resistir à mudança. É quase como se um membro estivesse sendo arrancado do seu corpo.
Às vezes ouvimos falar de pessoas que cometeram suicídio porque perderam a fortuna ou tiveram sua reputação arruinada. Esses são casos extremos. Outras pessoas, ao sofrer uma grande perda, tornam-se profundamente infelizes ou adoecem. Não conseguem distinguir a vida da situação de vida. Li recentemente sobre uma famosa atriz, que morreu depois dos 80 anos, que foi ficando cada vez mais infeliz e reclusa conforme envelhecia. Ela estava identificada com uma circunstância: a sua aparência externa. No início, isso lhe deu um sentido feliz do eu interior, depois um sentido infeliz. Se tivesse sido capaz de se conectar com a vida interior, que é dissociada da forma e do tempo, ela poderia ter aceitado o desaparecimento da beleza, observando-a de um lugar de serenidade e paz. Além do mais, sua aparência teria se tornado cada vez mais transparente à luz que brilha através da verdadeira natureza, de modo que a beleza externa não teria sumido, mas se transformado em beleza espiritual. Porém, ninguém contou a ela que isso era possível. O tipo de conhecimento mais básico ainda não está ao alcance de todos.
Uma vez um monge budista me disse: “Tudo o que aprendi nos 20 anos em que sou monge pode ser resumido em uma frase: Tudo o que surge, desaparece. Isso eu sei .” O que ele quis dizer foi o seguinte: aprendi a não oferecer qualquer resistência ao que é; aprendi a permitir que o momento presente aconteça e a aceitar a natureza impermanente de todas as coisas e circunstâncias. Foi assim que encontrei a paz.
Não oferecer resistência à vida é estar em estado de graça, de descanso e de luz. Esse estado não depende de as coisas serem boas ou ruins. É quase paradoxal, mas, como já não existe uma dependência interior quanto à forma, as circunstâncias gerais da sua vida, as formas externas, tendem a melhorar consideravelmente. As coisas, as pessoas ou as circunstâncias que você desejava para a sua felicidade vêm agora até você sem qualquer esforço, e você está livre para apreciá-las enquanto durarem. Todas essas coisas naturalmente vão acabar, os ciclos virão e irão, mas com o desaparecimento da dependência não há mais medo de perdas. A vida flui com facilidade.
A felicidade que provém de alguma coisa secundária nunca é muito profunda. É apenas um pálido reflexo da alegria do Ser, da paz vibrante que encontramos dentro de nós ao entrarmos no estado de não resistência. O Ser nos transporta para além das polaridades da mente e nos liberta da dependência da forma. Mesmo que tudo em volta desabe e fique em pedaços, você ainda sentirá uma profunda paz interior. Você pode não estar feliz, mas vai estar em paz.
(Trecho do Texto do Livro "O Poder do Agora" de Eckhart Holle)

segunda-feira, 4 de março de 2019

Porque o Talmud e os talmudistas não são punidos pelas leis?

infelizmente, não foi dado a humanidade o direito de saber os mistérios da cabala, os nomes Javé ou Jeová e muito menos avaliar corretamente os escritos na Bíblia

Porque o Talmud e os talmudistas não são punidos pelas leis? 

É importante lembrar, também, que o preconceito ou a intolerância religiosa é uma forma de discriminação social.

Também no Código Penal Brasileiro consta o seguinte:

"Artigo 140, § 3º _ "Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade na utilização de elementos referentes à raça, cor, etnia, religião ou origem: Pena: reclusão de 1 (um) a 3 (três) anos e multa."

Os judeus se referem ao restante dos habitantes da Terra, os povos não-judeus, como "gentios", "goyim". Vamos ver o que o Talmud judaico ensina aos judeus quanto à maioria não-judaica, isto é, aqueles que não pertencem ao "povo escolhido" de Javé:

Isso caracteriza crime contra os direitos humanos, uma vez que consta na Constituição da República Federativa do Brasil o seguinte:

"Os judeus são chamados seres humanos, mas os não-judeus não são humanos. Eles são bestas."

-Talmud: Baba mezia, 114b



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"O Akum (não-judeu) é como um cachorro. Sim, a escritura ensina a honrar o cachorro mais do que ao não-judeu."

-Ereget Raschi Erod, 22 30



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"Mesmo tendo sido criados por Deus os não-judeus ainda são animais em forma humana. Não cai bem para um judeu ser servido por um animal. Portanto ele será servido por animais em forma humana."

-Midrasch Talpioth, p. 255 Warsaw 1855



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"Uma grávida não-judia não é mais do que um animal grávido."

-Coschen hamischpat 405



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"As almas dos não-judeus vem de espíritos impuros e são chamadas porcos." 

-Jalkut Iuchoth Haberith, p. 250 b



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"Se você comer com um gentio, é o mesmo que comer com um cachorro."

-Tosapoth, Jebamoth 94b



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"Se o judeu tem um servente não-judeu que morre, um não deve expressar simpatia ao judeu. Você deve dizer a ele: "Deus irá repor 'sua perda', como se um de seus bois tivesse morrido."

-Jore dea 377,1



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"Relação sexual entre gentios é como relação sexual entre animais." 

-Talmud Sanhedrin 74b



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"É permitido tirar o corpo e a vida de um gentio."

-Sepher ikkarim III c 25



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"É a lei matar qualquer um que nega a Torah. Os cristãos pertencem aos negaceadores da Torah."

-Coschen hamischpat 425 Hagah 425,5



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"Um gentio herético você pode matar com suas próprias mãos."

-Talmud, Abodah Zara, 4b



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"Todo judeu, que faz jorrar o sangue dos sem-Deus (não-judeus), está fazendo o mesmo que um sacrifício a Deus."

- Talmud: Bammidber raba c 21 & Jalkut 772

No Mishné Torá, código de leis judaicas, escrito por Maimônides, existem 365 preceitos negativos e 248 positivos (613) que são usados para guiar as leis deles.. observe alguns

negativo 70: Que uma pessoa com defeito físico não sirva (no Santuário), como está escrito: "Quem quer que tenha qualquer defeito, não se aproximará (para oferecer o sacrifício do pão ao seu D..s)" (Lv 21:17) - Preconceito contra deficientes????

negativo 235: Não conceder um empréstimo a um judeu sob juros, como está escrito: "Tu não darás a ele o teu dinheiro sob usura" (Lv 25:37) - Diferenciação entre judeus e gentios.

"O Cuzarí", livro do rabino Iehudá Halevi, escrito cerca de 1100, ele diz que o universo é composto dos reinos:
mineral, vegetal, animal, humano e israelita. Ainda diz que homens e anjos são criaturas, enquanto os judeus são parte do criador.

Para onde irão os cerca de 6 milhões de judeus que vivem nos EUA assim que esse império ruir pela retirada do capital judaico de sua praça?  Qual o será o país “eleito” pela vontade “divina de Yavé” sob o capital judaico a se erguer como a “nova terra prometida” ou melhor dizendo o Novo Império?

No velho Egito, eles dizem que eram escravos, mas praticam eugenia, são endogâmicos à moda dos reis com direito a dinastias por linhagens, e contam com a genética onde se diz sobre um marcador genético, o haplótipo modal cohen (CMH), que é passado de pai para filho homem, desde Aarão, irmão de Moisés e o sacerdote a galera. Ainda hoje, quem tem nome Cohen, Cohn, Kahn, e parecidos são descendentes de Aarão, segundo essa crença um tanto arianista e à moda nazista.

Quando o novo exôdo vai começar? Se todas as nações se curvarão aos judeus conforme acreditam e se justificam biblicamente, estaríamos diante de um Império Global, uma plutocracia judaica, que costuma ter um nome mais  sofisticado: A Nova Ordem Mundial?  ( Postado por 

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Os judeus eram negros,

A imagem pode conter: 8 pessoas, pessoas sentadas e texto
Os romanos e os gregos consideravam os egípcios os seus predecessores professores culturais. Salomão teria casado com uma princesa egípcia, filha de Siamum, ele continua até a 22a Dinastia, quando Shoshenk I (ca. 945-924 a.C.) reivindica ter capturado 156 cidades na Síria-Palestina, “entre as quais estava Jerusalém, onde o templo foi saqueado “levou muitos israelitas a procurar refúgio no Egito”. A Europa da Renascença ficou pasma com as realizações do Egito, e essa fascinação aberta continuou ATÉ O ILUMINISMO. Nessa época, a ciência flertou abertamente com a religião e o misticismo, e o Egito era um monumento a todas as três formas de sabedoria e “verdade”. As pirâmides e a grande esfinge eram realizações de engenharia de primeira magnitude, ultrapassando amplamente qualquer uma das belezas arquitetônicas da Europa. A mumificação do corpo foi entendida como representação de uma profunda crença em uma vida além deste mundo e, assim, como vislumbre de um povo profundamente religioso, que, embora claramente distinto da Europa cristã, mostrava preocupações similares sobre sua finitude e esperanças de continuação de sua existência além do túmulo. somente quando o ideal de PROGRESSO DO ILUMINISMO tornou-se dominante, que o Egito deixou de ser o modelo de grande civilização. Desde essa época, tem havido um silêncio geral sobre a etnia dos egípcios. Somente os afro-centristas têm ousado expressar uma opinião. Eles escrevem sem reservas que os egípcios eram AFRICANOS E NEGROS. A comunidade acadêmica é que se encontrou entre a faca e a parede. Se ela falar dos egípcios como caucasóides, os estudiosos individualmente e a universidade em geral serão considerados racistas. Se, por outro lado, afirmar que OS EGÍPCIOS ERAM AFRICANOS NEGROS, a âncora das âncoras da disciplina acadêmica, a longa história do Egito como fundamento das civilizações ocidentais, poderia ser posta em perigo e a egiptologia, disciplina que já se vê dotada de poucas verbas e marginalizada entre as comunidades universitárias por várias razões, poderia ser colocada nas margens da comunidade acadêmica, juntamente com o resto dos estudos sobre a África. Infelizmente, a história toda foi mudada, fraudada, pelos iluministas, que foram excomungando a todos que ousava provar o contrário. ( veja Espinoza)

quarta-feira, 16 de maio de 2018

CARBONÁRIO É PATRIOTA, É MACÔNICO!!!

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Originada na Itália no começo de 1800, a Carbonária atuou como uma sociedade revolucionária e oculta em países da Europa como Espanha, França e na própria Itália no período que compreende os séculos XIX e XX. Acreditava em valores liberais e era notavelmente marcada pelo anti-clericalismo.
Na época da dominação napoleônica foi formado na Itália um grupo de resistência que contava com integrantes da Carbonária. Com uma organização e alguns princípios parecidos com os dos maçons - combate ao absolutismo, defesa dos ideais liberais - ambos os grupos estiveram ligados em alguns momentos (à época, alguns integrantes faziam parte das duas organizações).
No território italiano, a Carbonária teve sua primeira formação na cidade de Nápoles, que no período estava sob domínio de Joaquim Murat - general francês - que era cunhado de Napoleão Bonaparte. Presente na luta armada contra o exército da França nessa região, a Carbonária  era contra a espoliação da Itália por parte dos franceses, mas defendiam os mesmos ideais de Bonaparte. Após conseguirem expulsar o exército francês, a Carbonária pretendia iniciar um processo de unificação na Itália por meio de uma revolução natural do operariado - sob comando de intelectuais e estudantes - e implantação da ideologia liberal. Ao contrário de outros grupos, a Carbonária não apresentava conexões populares, sendo uma sociedade oculta que atuava de forma sigilosa sem anunciar suas ações. 

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Os legítimos herdeiros do revolucionário italiano Guiseppe Garibaldi A Carbonária, uma lendária corrente prática da Maçonaria - que atua legalmente no Brasil como uma Obediência Maçônica Carbonária sediada em Curitiba -  “Quando os que mandam perdem a vergonha, os que obedecem perdem o respeito”. Os 
carbonários estão se manifestando via Internet, através de seu site: www.carbonaria.org

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sábado, 5 de agosto de 2017

Paulo Nogueira Neto e José Goldemberg "ecologistas" à serviço da ONG britânica WWF: "Armagedon ambiental"

Nota minha: devido as privatizações praticadas no Brasil aonde os bens públicos brasileiros passaram a ser administrados por "laranjas" brasileiros encobrindo seus verdadeiros donos, o desenvolvimento "sustentável" do Brasil caminhou e  caminhará para o cada vez pior pelo não comprometimento dos gestores que aliados as ONGs ambientalistas  internacionais, como a privatista, dominadora e usurpadora WWF, que exigirão produção em cima de produção, não obedecendo as normas regulamentadoras na exploração do solo e do sub-solo brasileiro. Deixarão o rastro de destruição, deixarão os buracos como podemos observar já acontecendo. Para o Brasil nada ficará, até o ICM é isento pela Lei Kandir de FHC.

Pedro Vale recebeu de Marco Lambertini e Yolanda Kakabadse  o premio WWF em nome de Paulo Nogueira Neto, que não pode comparecer por motivos de saúde  © Richard Stonehouse / WWF

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Professores José Goldemberg (Le-se Máfia Verde 1 e 2) e Paulo Nogueira Neto recebem prêmio da WWF.
Ricardo Salles condenado em SP, e 
Paulo Nogueira Neto Presidente Emérito do WWF-Brasil;
Ricardo Salles tentou vender 34 florestas de SP, publicou edital para a venda de áreas florestais e estações experimentais de produção de madeira vinculadas ao Instituto Florestal, e favorecer empresas de mineração na escolha do mapa de zoneamento, foi banido do governo por Geraldo Alckmin,
  • A Conferência Anual do WWF, realizada com o patrocínio de Ambev, Credit e Natura, além do apoio da Gol Linhas Aéreas, foi farta na distribuição de premiações, com o intuito de reconhecer e valorizar pessoas que contribuíram para a causa da conservação ambiental ao longo das últimas décadas. • O Prêmio Internacional de Mérito em Conservação da Rede WWF foi entregue para o professor José Goldemberg, ph.D. em Ciências Físicas e membro do Conselho Consultivo do WWF-Brasil, e para Paulo Nogueira Neto, ph.D. em Ciências Biológicas e presidente emérito do Conselho do WWF-Brasil. • José Roberto Marinho, presidente da Fundação Roberto Marinho, recebeu da Rede WWF o Prêmio Internacional Golden Panda; • Álvaro de Souza, na ocasião vice-presidente do Conselho do WWF-Brasil, foi reconhecido por sua contribuição individual à Rede WWF com o Prêmio Member of Honour. • As homenagens póstumas foram dedicadas à geógrafa e professora emérita da UFRJ Bertha Koiffman Becker e à engenheira-agrônoma Tatiana Carvalho, ex-funcionária do WWF-Brasil e do Greenpeace. • Claudio Maretti, líder da iniciativa “Amazônia Viva” da Rede WWF, e Rosa Lemos de Sá, secretária-geral do Fundo Brasileiro da Biodiversidade (FunBio), receberam a Distinção WWF-Brasil de Mérito em Conservação. • Anderson Oliveira foi homenageado como o Funcionário Destaque WWF-Brasil. 
  • https://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/downloads/relatorio_anual_2014.pdf

sábado, 5 de agosto de 2017


Quem é Paulo Nogueira Netto, grande mestre da Meliponicultura Brasileira ?

Paulo Nogueira Neto


   É filho de Regina Coutinho Nogueira e Paulo Nogueira Filho, que foi deputado federal e participou ativamente da cena política brasileira na primeira metade do século XX.

    Estudou no Ginásio de São Bento, em São Paulo. Em 1937, ainda adolescente, fundou com seu irmão José Bonifácio, um jornal mensal que sobreviveu até 1940. Como estudante, tomou parte ativa na luta contra a ditadura do Estado Novo. Fez o seu serviço militar voluntariamente, como soldado raso de cavalaria.

    Em 1945 tornou-se bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Em 1959 bacharelou-se em História Natural na Universidade de São Paulo.

   Pesquisou o comportamento das abelhas indígenas sem ferrão (Meliponinae). Defendeu Tese de Doutoramento em 1963, sobre a arquitetura dos ninhos dessas abelhas. Sua tese de livre-docência (1980) foi sobre o comportamento de pombas e psitacídeos silvestres.

   Na carreira universitária, galgou sucessivos postos na USP, sempre por concurso, até obter título de Professor Titular de ecologia em 1988. Foi um dos fundadores do Departamento de Ecologia Geral, no Instituto de Biociências da USP. Aposentou-se em 1992, mas continua orientando teses de doutorado.

    Presidente da ADEMA-SP (Associação de Defesa do Meio Ambiente - São Paulo), entidade conservacionista

   Após sair da SEMA, durante dois anos foi Secretário de Meio-ambiente do Distrito Federal, organizando e dirigindo a SEMATEC. Criou e implantou a Área de Proteção Ambiental de Cafuringa, no DF.

A Agenda 21 da ONU para Comunizar o Mundo

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o camuflado FHC PSDB traidor da pátria.

Paulo Nogueira Neto,  fez parte da Comissão Brundtland, das Nações Unidas, de 1983 a 1986, como um dos dois representantes da América Latina. Foi nessa comissão que surgiu pela primeira vez a expressão "Desenvolvimento Sustentável"

Chefiou ou participou como delegado de várias delegações oficiais brasileiras ao exterior.

    Atualmente, é vice-presidente da S.O.S. – Mata Atlântica; Presidente Emérito do WWF-Brasil; Presidente da ADEMA-SP (Associação de Defesa do Meio Ambiente); Presidente da Comissão para implantação da Área de Proteção Ambiental Capivari-monos (SP); Membro do Board do World Resources Institute; Vice-presidente do International Bee Research Association; Membro do Advisory Group do PP-G7.

   Em 1997, recebeu a medalha de ouro do WWF Internacional, o prêmio "Duke of Edinburgh Conservation Award", a maior distinção oferecida pela Rede WWF, pelos incansáveis serviços prestados à conservação ambiental.
  • Como isso nos afeta? 
  • O desenvolvimento sustentável vai limitar drasticamente suas liberdades civis e direitos como cidadão em dirigir sua própria comunidade através de representantes eleitos, já que a Agenda 21 intervém  na sua comunidade e na sua vida pessoal. Todo aspecto de sua vida será afetado. De acordo com o livro “Agenda 21: A Estratégia da Eco92 para salvar nosso Planeta”, publicado em 1993, a Agenda 21 propõe "um conjunto de ações que se destina a ser executado por cada pessoa na Terra”.
   Em abril de 1999, recebeu a Ordem Nacional do Mérito Científico, no grau de Grã Cruz, no Palácio do Planalto. Emss 2001 recebeu o titulo de Professor Emérito do Instituto de Biologia da USP.

Em novembro de 2008 recebeu a Medalha Rocha Lima, em São Paulo.[2]

   Publicou vário livros, sobre abelhas indígenas, a criação de animais nativos vertebrados e o comportamento animal. Também escreveu sobre suas viagens.

É membro da Academia Paulista de Letras.



Vale a pena conhecer o trabalho científico deste grande mestre. No livro a seguir o conhecimento das nossas abelhas nativas em mais de 300 páginas. 


Vida e Criação de Abelhas indígenas sem ferrão 

    Com o livro Vida e Criação de Abelhas indígenas sem ferrão do Professor Paulo Nogueira Netto, poderás ter auxílio ao manejo das abelhas nativas sem ferrão evitando perca de enxames em capturas e aprimoramento de outras atividades voltadas para a preservação, bem estar e sucesso dos trabalhos realizados.


  • Eu sinto em dizer que nesse país rico em belezas e potencialidades naturais, hoje, o povo brasileiro em sua maioria  pobre, não tem acesso ao mel puro de abelha, PORQUE OS INCETICIDAS USADOSS NO "AGRO NEGÓCIO" que está destruindo o meio ambiente, E AS ABELHAS,  não é visto, é aplaudidoo pelos commodities.  

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Barulho em nome do planeta

Preservação e crescimento pareciam incompatíveis nas primeiras conferências ecológicas; hoje, a economia verde virou modelo de desenvolvimento  https://istoe.com.br/248794_BARULHO+EM+NOME+DO+PLANETA/

https://cloneclock.blogspot.com/2016/09/a-agenda-21-da-onu-para-comunizar-o.html