quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Os judeus eram negros,

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Os romanos e os gregos consideravam os egípcios os seus predecessores professores culturais. Salomão teria casado com uma princesa egípcia, filha de Siamum, ele continua até a 22a Dinastia, quando Shoshenk I (ca. 945-924 a.C.) reivindica ter capturado 156 cidades na Síria-Palestina, “entre as quais estava Jerusalém, onde o templo foi saqueado “levou muitos israelitas a procurar refúgio no Egito”. A Europa da Renascença ficou pasma com as realizações do Egito, e essa fascinação aberta continuou ATÉ O ILUMINISMO. Nessa época, a ciência flertou abertamente com a religião e o misticismo, e o Egito era um monumento a todas as três formas de sabedoria e “verdade”. As pirâmides e a grande esfinge eram realizações de engenharia de primeira magnitude, ultrapassando amplamente qualquer uma das belezas arquitetônicas da Europa. A mumificação do corpo foi entendida como representação de uma profunda crença em uma vida além deste mundo e, assim, como vislumbre de um povo profundamente religioso, que, embora claramente distinto da Europa cristã, mostrava preocupações similares sobre sua finitude e esperanças de continuação de sua existência além do túmulo. somente quando o ideal de PROGRESSO DO ILUMINISMO tornou-se dominante, que o Egito deixou de ser o modelo de grande civilização. Desde essa época, tem havido um silêncio geral sobre a etnia dos egípcios. Somente os afro-centristas têm ousado expressar uma opinião. Eles escrevem sem reservas que os egípcios eram AFRICANOS E NEGROS. A comunidade acadêmica é que se encontrou entre a faca e a parede. Se ela falar dos egípcios como caucasóides, os estudiosos individualmente e a universidade em geral serão considerados racistas. Se, por outro lado, afirmar que OS EGÍPCIOS ERAM AFRICANOS NEGROS, a âncora das âncoras da disciplina acadêmica, a longa história do Egito como fundamento das civilizações ocidentais, poderia ser posta em perigo e a egiptologia, disciplina que já se vê dotada de poucas verbas e marginalizada entre as comunidades universitárias por várias razões, poderia ser colocada nas margens da comunidade acadêmica, juntamente com o resto dos estudos sobre a África. Infelizmente, a história toda foi mudada, fraudada, pelos iluministas, que foram excomungando a todos que ousava provar o contrário. ( veja Espinoza)

quarta-feira, 16 de maio de 2018

CARBONÁRIO É PATRIOTA, É MACÔNICO!!!

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Originada na Itália no começo de 1800, a Carbonária atuou como uma sociedade revolucionária e oculta em países da Europa como Espanha, França e na própria Itália no período que compreende os séculos XIX e XX. Acreditava em valores liberais e era notavelmente marcada pelo anti-clericalismo.
Na época da dominação napoleônica foi formado na Itália um grupo de resistência que contava com integrantes da Carbonária. Com uma organização e alguns princípios parecidos com os dos maçons - combate ao absolutismo, defesa dos ideais liberais - ambos os grupos estiveram ligados em alguns momentos (à época, alguns integrantes faziam parte das duas organizações).
No território italiano, a Carbonária teve sua primeira formação na cidade de Nápoles, que no período estava sob domínio de Joaquim Murat - general francês - que era cunhado de Napoleão Bonaparte. Presente na luta armada contra o exército da França nessa região, a Carbonária  era contra a espoliação da Itália por parte dos franceses, mas defendiam os mesmos ideais de Bonaparte. Após conseguirem expulsar o exército francês, a Carbonária pretendia iniciar um processo de unificação na Itália por meio de uma revolução natural do operariado - sob comando de intelectuais e estudantes - e implantação da ideologia liberal. Ao contrário de outros grupos, a Carbonária não apresentava conexões populares, sendo uma sociedade oculta que atuava de forma sigilosa sem anunciar suas ações. 

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Os legítimos herdeiros do revolucionário italiano Guiseppe Garibaldi A Carbonária, uma lendária corrente prática da Maçonaria - que atua legalmente no Brasil como uma Obediência Maçônica Carbonária sediada em Curitiba -  “Quando os que mandam perdem a vergonha, os que obedecem perdem o respeito”. Os 
carbonários estão se manifestando via Internet, através de seu site: www.carbonaria.org

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