sexta-feira, 30 de abril de 2021

Há vacinas e Sacinas...

 

Seguintee, as informações não podem ser confundidas como percebi nos comentarios nas redes sociais... Há vacinas e Sacinas... A do.Bill Kill é da Pizer e Moderna..uma.Sacina RNA-VAC....A do Butantã-Coronavc é de insumo da China uma tradicional DNA-VAC, virus atenuado ou morto. A Astra-Zeneca é de virus inócuo com DNA do Coronavírus. A Jansen Dose Unica é um mix de DNA-Virus atenuado e Virus inócuo, feiita no reino unido. Sou médico e tb SOFRI pra entender e discriminar a cousa porque a paranoia legitima contra a RNA VAC do Bill Kill MISTUROU tudo no mesmo saco. Em todo caso, apesar de ser de risco pela idade 63 tb não tomo nem vac de H1N1 porque invisto na auto-Imunidade e não quero ficar refem da industria de Vacina. Se um dia faltar e falhar as vacinas estaremis lascados sem capacidade de auto-produzir imunidade natural. Meu ponto de vista. A vida é sua e de ninguem mais. Gratissimo.

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SOU GRATA DINAR, POR SUAS EXPLICAÇÕES.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

Amazônia! o que aconteceu com essa imensa povoação?

 

domingo, 7 de fevereiro de 2021

Mitos ambientalistas não resistem à investigação científica da Amazônia

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







continuação do post anterior: Civilizações perdidas na floresta amazónica desmentem mitos 'verdes'



O nosso blog “Verde: a cor nova do comunismo” vem coletando há anos testemunhos científicos de que a floresta amazônica foi desmatada em boa medida e intensamente trabalhada por grandes civilizações do passado, hoje desaparecidas.

Essas podem ter nucleado milhões de membros hierarquizados e metódicos que foram os autores de culturas originais das quais pouco ainda conhecemos, segundo se tira de apanhado do site “Quora”, eco de numerosas publicações.

Uma das razões que levam a essa conclusão de múltiplos trabalhos arqueológicos, e não das menores, é a identificação insofismável de terra preta resultante da adubação feita por agricultores inteligentes e que tornou extraordinariamente fértil uma região como a floresta tropical onde o solo é habitualmente pobre.

Ainda faltam dados para se definir a exata identidade dessas civilizações e toda sua história, mas sem dúvida foram as mais antigas civilizações da floresta úmida amazônica.

Na bacia amazônica poderia haver 1300 vestígios de cidades grandes e pequena
Na bacia amazônica poderia haver 1300 vestígios de cidades grandes e pequena
Já tivemos ocasião, mais de uma vez, de escrever sobre essas civilizações desaparecidas na Amazônia e da virtual oposição oficial dos investigadores há décadas obstaculizados em seus trabalhos de descoberta.

Amazônia, lar de uma grande civilização perdida

Arqueólogos e linguistas revelam civilização urbana no Alto Xingu, Amazônia

MAIS RECENTES:

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National Geographic: abandonar velhos mitos


O site da reputada National Geographic Society aborda incisivamente a questão de fundo: é preciso abandonar a ideia da Amazônia povoada por pequenas tribos nômades vagueando numa selva virgem.

Porque antes da chegada de descobridores, colonizadores e evangelizadores em volta do Rio Amazonas floresciam civilizações com grandes cidades e centros cerimoniais. Quer dizer bem antes de Cristóvão Colombo avistar as primeiras praias da América Central.

Milhões de pessoas integravam este imenso conjunto que explorava a agricultura e piscicultura, desmatava, adubava modificando a terra, construindo cidades, fortalezas, estradas e canais de uma perfeição que espanta.


Vídeo: Geoglifos e sambaquis
clique na foto para ver



As mais recentes pesquisas arqueológicas com tecnologia de avançada encontraram que a história da floresta tropical amazônica é bem mais diferente do que se contava até hoje, acrescenta a National Geographic.

Essa publicou no jornal científico Nature Communications, parte dos resultados que desafiam a esclerosada percepção comum sobre a floresta úmida da Amazônia como sendo escassamente povoada.

Essa narrativa menosprezava que já no século XVI europeus fizeram ricos relatos da existência de grandes cidades interconectadas por uma rede de estradas.

Como o satélite 've' vestigios arqueológicos através da vegetação. Na foto cidade perdida na América Central
Como o satélite 'vê' vestígios arqueológicos através da vegetação.
No gráfico: cidade perdida na América Central
“Muita gente ainda acredita que esse foi um paraíso intocado”, explicou Jonas Gregório de Souza, arqueólogo da Universidade de Exeter, Grã-Bretanha, engajado nos trabalhos.

Como a maioria da região ainda não foi explorada e está coberta por uma densa floresta, até agora ficou inacessível aos arqueólogos.

Agora com o recurso de imagens de satélite puderam ser fotografados antigos geoglifos —grandes figuras feitas no chão, em morros ou regiões planas — em partes inexploradas do Mato Grosso.

Com os dados dos satélites, expedições de cientistas foram direto aos locais e encontraram grandes extensões de terra que foram trabalhadas por hábeis agricultores em pelo menos 24 pontos que visitaram.

Num deles encontraram cerâmicas e carvão de uma cidade do ano 1410 a.C.

Com os achados puderam prospectar onde houve outros sítios de cidades semelhantes e criaram um modelo computacional que permite reconhecer pelas elevações feitas pelo homem muitos outros aldeiamentos ou cidades escondidas ao olho humano.

Eles estimam que existam por volta de 1.300 geoglifos reveladores da existência outrora de cidades numa área de quase 400.000 quilômetros quadrados, na maioria no Acre e países vizinhos, dois terços dos quais ainda não foram visitados.

Terra Preta evidencia trabalhos intensivos de adubação
Terra Preta evidencia trabalhos intensivos de adubação
Os computadores também estimam uma densidade populacional muito maior da imaginada. A equipe pensa em algo entre 500.000 e 1 milhão de pessoas em apenas 7% da bacia amazônica desafiando todas as estimativas anteriores.

Esses sítios interconectados sugerem uma série de cidades fortificadas que floresceram numa extensão de mais de 1770 quilômetros entre os anos 1.200 e 1500 a.C.

Com esses dados “nós precisamos reescrever a história da Amazônia”, disse o professor da Universidade de Exeter José Iriarte, co-autor do trabalho.

The Wall Street Journal: ambientalistas mudam de ideia

Zoolito amazônico, procedência indeterminada, na Univ.Federal do Pará
Zoolito amazônico, procedência indeterminada,
na Univ.Federal do Pará
Para o “The Wall Street Journal” o volume de provas recolhidas pelos arqueólogos com imagens de satélites, radares levados em aviões e câmeras em drones estão fazendo que ecologistas e ambientalistas abandonem suas velhas crenças numa Amazônia jamais tocada pela civilização.

O antropólogo Michael Heckenberger da Universidade da Florida em Gainesville, definiu: “Estamos diante de uma floresta influenciada pelo homem como não conhecíamos”.

Os achados incluem 81 instalações anteriores à data da chegada de Colombo a América, na bacia do Tapajós em Mato Grosso, que remontam aos anos 1250‒1500 a.C.

Algumas são pequenas e outras grandes e têm múltiplos montículos provavelmente devotados a cerimônias (com vagas semelhanças com pirâmides), praças e calçadas, disseram os arqueólogos.

Mas, então o que aconteceu com essa imensa povoação? 

De Souza enuncia diversas hipóteses, mas reconhece que ainda há muita coisa a se investigar sobre o destino dessas civilizações que numa hora desconhecida se desvaneceram.


Vídeo: A pedra do Ingá, Paraíba
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sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

A natureza cíclica do Universo está intimamente ligada à impermanência de todas as coisas e situações, o Ser, da paz vibrante que encontramos dentro de nós ao entrarmos no estado de não resistência

Créditos: Elciene Tigre - 22/01/2021


A Impermanência e os Ciclos da Vida.
Enquanto permanecermos na dimensão física e em conexão com a psique humana coletiva, o sofrimento, embora raro, ainda pode acontecer. Não devemos confundi-lo com o sofrimento emocional. Todo sofrimento é criado pelo ego e fruto de uma resistência. Além disso, nessa dimensão, ainda nos sujeitamos à natureza cíclica e à lei da impermanência de todas as coisas, mas já não vemos mais o sofrimento como uma coisa “má”. Ele simplesmente é.
Ao permitir o “existir” de todas as coisas, uma dimensão mais profunda, por baixo do jogo dos opostos, se revela para nós como uma presença permanente, uma serenidade plena e estável, uma alegria sem motivo que se situa além do bem e do mal. Essa é a alegria do Ser, a paz de Deus.
No nível da forma existe nascimento e morte, criação e destruição, crescimento e dissolução de espécies aparentemente independentes. Podemos ver isso em tudo: no ciclo da vida de uma estrela ou de um planeta, em um corpo físico, em uma árvore, em uma flor; na ascensão e queda de nações, de sistemas políticos e de civilizações, e também nos inevitáveis ciclos de lucros e perdas que temos na vida.
Existem ciclos de sucesso, como quando as coisas acontecem e dão certo, e ciclos de fracasso, quando elas não vão bem e se desintegram. Você tem de permitir que elas terminem, dando espaço para que coisas novas aconteçam, ou se transformem. Se nos apegamos às situações e oferecemos uma resistência nesse estágio, isso significa que estamos nos recusando a acompanhar o fluxo da vida e que vamos sofrer.
Não é verdade que o ciclo ascendente seja bom e o ciclo descendente seja ruim, a não ser no julgamento da mente. O crescimento é, em geral, considerado positivo, mas nada pode crescer para sempre. Se o crescimento nunca tivesse fim, poderia acabar em algo monstruoso e destrutivo. É necessário que as coisas acabem, para que coisas novas aconteçam.
O ciclo descendente é absolutamente essencial para a realização espiritual. Você tem de ter falhado gravemente de algum modo, ou passado por alguma perda profunda, ou algum sofrimento, para ser conduzido à dimensão espiritual. Ou talvez o seu sucesso tenha se tornado vazio e sem sentido e se transformado em fracasso. O fracasso está sempre embutido no sucesso, assim como o sucesso está sempre encoberto pelo fracasso. No mundo da forma, todas as pessoas “fracassam” mais cedo ou mais tarde, e toda conquista acaba em derrota. Todas as formas são impermanentes.
Você pode ser ativo e apreciar a criação de novas formas e circunstâncias, mas não deve se identificar com elas. Você não precisa delas para obter um sentido de eu interior. Elas não são a sua vida, pertencem à sua situação de vida.
Nossa energia física também está sujeita a ciclos. Não consegue estar sempre no máximo. Teremos momentos de baixa e de alta energia. Em alguns períodos, estaremos altamente ativos e criativos, mas em outros tudo vai parecer estagnado, teremos a impressão de não estarmos indo a lugar nenhum, nem conseguindo nada. Um ciclo pode durar de algumas horas a alguns anos e dentro dele pode haver ciclos longos ou curtos. Muitas doenças são provocadas pela luta contra os ciclos de baixa energia, que são fundamentais para uma renovação. Enquanto estivermos identificados com a mente, não poderemos evitar a compulsão de fazer coisas e a tendência para extrair o nosso valor de fatores externos, tais como as conquistas que alcançamos. Isso torna difícil ou impossível para nós aceitarmos os ciclos de baixa e permitirmos que eles aconteçam. Assim, a inteligência do organismo pode assumir o controle, como uma medida autoprotetora, e criar uma doença com o objetivo de nos forçar a parar, de modo a permitir que uma necessária renovação possa acontecer.
A natureza cíclica do Universo está intimamente ligada à impermanência de todas as coisas e situações. Buda fez disso uma parte central de seu ensinamento. Todas as circunstâncias são altamente instáveis e estão em um fluxo constante, ou, como ele colocou, a impermanência é uma característica de cada circunstância, de cada situação com que vamos nos deparar na vida. Elas vão se modificar, desaparecer ou deixar de proporcionar prazer. A impermanência também é um ponto central dos ensinamentos de Jesus: “Não acumule tesouros na terra, onde as traças e a ferrugem arruínam tudo, onde os ladrões arrombam as paredes para roubar...”
Enquanto a mente julgar uma circunstância “boa”, seja um relacionamento, uma propriedade, um papel social, um lugar ou o nosso corpo físico, ela se apega e se identifica com ela. Isso faz você se sentir bem em relação a si mesmo e pode se tornar parte de quem você é ou pensa que é. Mas nada dura muito nessa dimensão, onde as traças e a ferrugem devoram tudo. Tudo acaba ou se transforma: a mesma condição que era boa no passado, de repente, se torna ruim. A prosperidade de hoje se torna o consumismo vazio de amanhã. O casamento feliz e a lua de mel se transformam no divórcio infeliz ou em uma convivência infeliz. A mente não consegue aceitar quando uma situação à qual ela tenha se apegado muda ou desaparece. Ela vai resistir à mudança. É quase como se um membro estivesse sendo arrancado do seu corpo.
Às vezes ouvimos falar de pessoas que cometeram suicídio porque perderam a fortuna ou tiveram sua reputação arruinada. Esses são casos extremos. Outras pessoas, ao sofrer uma grande perda, tornam-se profundamente infelizes ou adoecem. Não conseguem distinguir a vida da situação de vida. Li recentemente sobre uma famosa atriz, que morreu depois dos 80 anos, que foi ficando cada vez mais infeliz e reclusa conforme envelhecia. Ela estava identificada com uma circunstância: a sua aparência externa. No início, isso lhe deu um sentido feliz do eu interior, depois um sentido infeliz. Se tivesse sido capaz de se conectar com a vida interior, que é dissociada da forma e do tempo, ela poderia ter aceitado o desaparecimento da beleza, observando-a de um lugar de serenidade e paz. Além do mais, sua aparência teria se tornado cada vez mais transparente à luz que brilha através da verdadeira natureza, de modo que a beleza externa não teria sumido, mas se transformado em beleza espiritual. Porém, ninguém contou a ela que isso era possível. O tipo de conhecimento mais básico ainda não está ao alcance de todos.
Uma vez um monge budista me disse: “Tudo o que aprendi nos 20 anos em que sou monge pode ser resumido em uma frase: Tudo o que surge, desaparece. Isso eu sei .” O que ele quis dizer foi o seguinte: aprendi a não oferecer qualquer resistência ao que é; aprendi a permitir que o momento presente aconteça e a aceitar a natureza impermanente de todas as coisas e circunstâncias. Foi assim que encontrei a paz.
Não oferecer resistência à vida é estar em estado de graça, de descanso e de luz. Esse estado não depende de as coisas serem boas ou ruins. É quase paradoxal, mas, como já não existe uma dependência interior quanto à forma, as circunstâncias gerais da sua vida, as formas externas, tendem a melhorar consideravelmente. As coisas, as pessoas ou as circunstâncias que você desejava para a sua felicidade vêm agora até você sem qualquer esforço, e você está livre para apreciá-las enquanto durarem. Todas essas coisas naturalmente vão acabar, os ciclos virão e irão, mas com o desaparecimento da dependência não há mais medo de perdas. A vida flui com facilidade.
A felicidade que provém de alguma coisa secundária nunca é muito profunda. É apenas um pálido reflexo da alegria do Ser, da paz vibrante que encontramos dentro de nós ao entrarmos no estado de não resistência. O Ser nos transporta para além das polaridades da mente e nos liberta da dependência da forma. Mesmo que tudo em volta desabe e fique em pedaços, você ainda sentirá uma profunda paz interior. Você pode não estar feliz, mas vai estar em paz.
(Trecho do Texto do Livro "O Poder do Agora" de Eckhart Holle)