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São Paulo, Capital, Brazil

sábado, 5 de outubro de 2013

Censuras religiosas

Livres dos Fardos Religiosos

Para que as falcatruas, as mentiras e outras coisas do gênero não fossem descobertas pelo povo e para que os dogmas, as doutrinas, os rituais e outros elementos de uma religião não fossem desmoralizados, uma ferramenta muito usada foi a censura de obras literárias, científicas e artísticas.


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Descrição: Censura. Data: setembro/2013. Autor: Maralvestos. Licença CC BY-SA.
Hoje escrevemos e lemos um monte de coisas na Internet. No passado, não havia essa liberdade. Muitos países controlavam tudo que era difundido, impedindo críticas e novas idéias contra o poder estabelecido. E a Igreja, claro, entrou nessa onda.

Censura religiosa é a condenação de certos trabalhos literários, científicos ou artísticos.

No século III a.C., na China, o imperador Qin Shi Huangdi mandou queimar todos os livros sagrados confucionistas e matar quem tinha conhecimento desses livros. [1][2]

No início do século IV, o imperador romano Constantino, após promulgar o Edito de Milão, apoiou o cristianismo, mais precisamente o grupo conhecido como católicos, e a classe clerical ganhou mais poder. [3]. Os católicos já pregavam a doutrina da Santíssima Trindade, que dizia que há um único Deus manifestado em três pessoas distintas (o Pai, o Filho e o Espírito Santo). Segundo essa doutrina, Jesus, o Filho, e o Espírito Santo também são Deus sem serem outros deuses, mas outras pessoas consubstanciais (da mesma natureza e substância) ao Pai. [4]  É claro que nem todos concordaram com essa doutrina.  Nessa época, por exemplo, o presbítero Ário de Alexandria considerava Cristo como uma pessoa preexistente e divina abaixo de Deus e acima dos seres humanos, de natureza intermediária entre o Pai e a humanidade. Para ele, Cristo estava subordinado ao Pai. Não era, como ensinam os trinitários (seguidores da doutrina da Santíssima Trindade) o mesmo Deus manifesto em outra pessoa. [5][6] Na época, Alexandre I era o patriarca de Alexandria, e ele condenou Ário. [7] Depois foi novamente condenado no I Concílio de Nicéia, em 325, que também condenou o seu livro intitulado “Thalia”. [8][9] Constantino foi mais longe e ordenou que todos os escritos de Ário fossem queimados. Quem os ocultasse poderia ser condenado à morte. A partir dessa época, nos concílios e nos sínodos, tornou-se comum condenar qualquer outra doutrina, censurando qualquer escrito que ensinasse alguma doutrina diferente das doutrinas católicas. Assim, muitos livros e escritos foram queimados. [10]

No século V, o papa Gelásio I (492-496) elaborou uma lista de livros conhecida como Decreto Gelasiano, onde foi feita uma relação de livros permitidos e outra de livros rejeitados, além do rol de livros tidos como sagrados, incluídos na Bíblia. [11][12][13][14][15] Entre os livros permitidos, além dos livros da Bíblia, temos as obras do bispo Cipriano de Cartago, do bispo Gregório Nanzianzeno, do bispo Teófilo de Alexandria; do bispo Cirilo de Alexandria; do bispo Ambrósio de Milão; do bispo Agostinho de Hipona; do sacerdote Jerônimo, etc. Esses têm sido muito citados. Embora não estejam na Bíblia, eles são considerados como obras confiáveis dos pais da Igreja, onde se encontram a defesa de muitas doutrinas comuns em muitas igrejas, principalmente a Igreja Católica e Ortodoxa. Esses são os que integram o período chamado de Patrística[16][17][18][19][20] Entre os livros rejeitados, podemos citar: Atos de André, Atos de Tomé, Atos de Pedro, Atos de Filipe, Evangelho de Matias, Evangelho de Barnabé, Evangelho de Tiago Menor, Evangelho de Pedro, Evangelho de Tomé, Evangelho de Bartolomeu, Evangelho de André, dentre muitos outros e também as obras dos que foram considerados hereges como: Simão Mago, Nicolau, Cerinto, Marcião, Basílides, Ebion, Paulo de Samósata, Fotino, Montano, Apolinário, Valentino, Maniqueu, Fausto Africano, Sabélio, Ário, Macedônio, Eunômio, Novato, Sabácio, Calisto, Donato, Eustácio, Joviano, Pelágio, Juliano de Eclanum, Celéstio, Maximiano, Prisciliano da Espanha, Nestório de Constantinopla, Máximo Cínico, Lampécio, Dióscoro, Êutiques, etc. [21]

O ato de relacionar os livros que a Igreja aprovava e os que ela desaprovava não foi nenhum problema em si. O problema foi a censura por meio de atos constrangedores como a queima de livros e escritos além de penas rigorosas para os seus autores. Nestório, teólogo grego e patriarca de Constantinopla, por exemplo, teve as suas obras queimadas por ordem do imperador romano do Oriente Teodósio II. Os seus ensinos não estavam de acordo com os ensinos apoiados pelo império. Para ele, Maria era simplesmente a mãe da natureza humana de Jesus. Não era a mãe de Deus como alguns estavam dizendo. Ele acreditava que as naturezas humana e divina de Cristo eram separadas. [22][23] A igreja e o imperador poderiam muito bem discordar de Nestório, mas não precisava agir com insolência.

Outro exemplo nojento: no início do século XV (1414-1418) aconteceu o Concílio de Constança, realizado na cidade alemã de mesmo nome. Entre as diversas decisões tomadas, a Igreja Católica declarou o reformador religioso John Wycliffe como herege e ordenou que fossem queimados os seus escritos. Além disso, ele, que já estava morto desde 1384, teve os restos mortais do seu corpo desenterrados e queimados e suas cinzas lançadas num rio. [24][25][26] Será que a Igreja não podia apenas discordar de John, sem ter que agir com todo esse autoritarismo?

Até o século XV, a literatura era manuscrita ou preparada através de certos recursos rústicos. Mas nesse século, Johann Gutenberg inventou a imprensa e, a partir de então, as obras literárias passaram a ser difundidas com mais eficiência e rapidez. [27]. No século seguinte, aconteceu a Reforma protestante. E os reformadores puderam divulgar suas idéias através de suas obras impressas. Lutero, por exemplo, teve as suas 95 teses rapidamente difundidas em toda a Europa.[28][29]. E a Igreja Católica, a partir da invenção da imprensa e, com a divulgação de novas doutrinas, resolveu reagir.

·       Em 1482, o bispo de Wurtzburgo promulgou uma lei de censura para sua diocese. [30]
·       Em 1485 e 1486, o arcebispo de Mainz fez o mesmo para a sua província eclesiástica. [31]
·       Em 1515, durante o V Concílio de Latrão , o papa leão X promulgou a bula Sollicitudines Inter proibindo, sob pena de excomunhão, a impressão de livros, sem a autorização da Igreja. Todos os textos, sem exceção, foram submetidos à censura. Antes de ser impresso qualquer livro, a Igreja tinha que examiná-lo. Caso fosse aprovado, era concedida a autorização para que ele pudesse ser impresso. Essa autorização, chamada de imprimátur, palavra latina que quer dizer “imprima-se”, só podia ser fornecida pelas autoridades da Igreja. [32][33][34][35]
·       Em 15 de junho de 1520, o mesmo papa Leão X emitiu a bula Exsurge Domine proibindo todos os escritos de Lutero sob pena de excomunhão. [36][37][38]
·       Em 1524, o papa Clemente VII, usando a bula In Coena Domini que já estava em vigor desde o século XIV, prevendo excomunhões para diversos casos, incluiu também uma cláusula condenando todos os escritos considerados heréticos, incluindo os de Lutero. [39][40][41]
·       Em 1542, o papa Paulo III organizou a Inquisição Geral que ficou responsável por supervisionar os livros principalmente em Roma e na Itália. [42]
·       Em 1543, este tribunal escreveu um catálogo de livros proibidos, juntamente com um decreto bastante rigoroso. [43]
·       A partir desse século XVI, catálogos com livros censurados foram publicados pelas autoridades políticas e eclesiásticas, particularmente na Inglaterra, Holanda , França , Alemanha e Itália.
·       Em 1559, o papa Paulo IV publicou o catálogo da Inquisição, que foi a primeira lista oficial da Igreja feita para o mundo inteiro e ficou conhecida como Índice de Livros Proibidos ou, no latim, Index Librorum Prohibitorum[44]
·       Em 1546, no Concílio de Trento, depois de debatida a reorganização da censura e proibição de livros, surgiu oTridentinus Index, que foi aprovado e publicado pelo papa Pio IV, em 1564. Esse foi editado várias vezes, ao longo dos séculos seguintes, recebendo novas adições. [45][46]
·       Em 1558 na Espanha, foi implantada a pena de morte para quem importasse livros estrangeiros sem permissão ou para quem imprimisse sem a autorização oficial. [47][48]
·       Em 1900, o papa Leão XIII publicou um novo índice com novas regras. [49].
·       Em 1966, depois de 407 anos de censura, o Index foi abolido pelo Papa Paulo VI(Quanto tempo, hein!?) [50] Paulo IV atrapalhou. Paulo VI consertou.

Livros de apóstatas, hereges e cismáticos; que defendiam o duelo, o suicídio, divórcio; sobre sociedades secretas como a Maçonaria; sobre feitiçaria, adivinhação, magia, espiritismo e similares; sobre coisas obscenas e imorais; que insultavam a Deus, a Virgem Maria, os santos, a Igreja Católica, os seus ritos, os sacramentos ou a Sé Apostólica; que visavam a difamação da hierarquia eclesiástica, o clero; todas as edições e versões da Sagrada Escritura não aprovadas pela competente autoridade eclesiástica; todos os livros litúrgicos como: missais, breviários e similares, alterados sem a aprovação da Sé Apostólica; livros devocionais de oração ou panfletos; catecismos e livros de instrução religiosa; livros e panfletos de ética, ascetismo e misticismo ou outros da mesma classe; livros e escritos que continham novas aparições, revelações, visões, profecias, milagres, ou aqueles que tentavam introduzir novas devoções públicas ou privadas, no caso de aparecer sem aprovação eclesiástica legítima. Todos os livros e escritos com qualquer uma dessas características eram censurados. [51][52]

Livros e escritos de vários cientistas, filósofos, enciclopedistas, pensadores, romancistas e teólogos foram inseridos no Index como, por exemplo: Galileu Galilei, Nicolau Copérnico, Giordano Bruno, Nicolau Maquiavel, Erasmo de Roterdão, Baruch de Espinosa, John Locke, Blaise Pascal, Thomas Hobbes, René Descartes, Rousseau, Montesquieu, Auguste Comte, David Hume ou Immanuel Kant, Alexandre Dumas, Voltaire, Victor Hugo, Emile Zola, La Fontaine, João Calvino, Martinho Lutero, etc. Esses são alguns nomes mais conhecidos que foram parar na lista. [53][54][55][56][57]

Da mesma forma, igrejas protestantes proibiram certos livros diferentes. João Calvino, além de mandar queimar na fogueira o médico e teólogo espanhol Miguel Serveto, também reduziu a cinzas os seus livros. [58]

No Novo Testamento não há bases para a censura. Nem Jesus e nem os apóstolos fizeram isso. Paulo disse para examinar tudo, ficar com o que é bom e deixar de lado o que for ruim. (1 Tessalonicenses 5.21-22.) [59] Por isso, podemos dizer que não devemos proibir nada. Cada um preciso ser livre a ponto de poder, conscientemente, decidir o que seguir e o que não seguir. Paulo disse ainda: “Se, pois, estais mortos com Cristo quanto aos rudimentos do mundo, por que vos carregam ainda de ordenanças, como se vivêsseis no mundo,tais como: não toques, não proves, não manuseies? As quais coisas todas perecem pelo uso, segundo os preceitos e doutrinas dos homens; as quais têm, na verdade, alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum, senão para a satisfação da carne.” (Colossenses 2.20-23, RC.) [60] Então, precisamos aprender a fugir do que não presta de forma livre. Atos 19.19 diz: “Também muitos dos que seguiam artes mágicas trouxeram os seus livros e os queimaram na presença de todos, e, feita a conta do seu preço, acharam que montava a cinqüenta mil peças de prata.” (RC.) [61] Esse texto não serve de base para nenhuma censura, porque aqui, muitos dos que seguiam artes mágicas decidiram, espontaneamente, sem nenhum constrangimento, queimar seus livros.


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Descrição: Liberdade de imprensa. Data: setembro/2013. Autor: Maralvestos. Licença CC BY-SA.
Segundo a Declaração Universal dos Direitos Humanos, no artigo XVIII, toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião. O mesmo artigo diz que esse direito inclui a liberdade de manifestar essa religião ou crença pelo ensino. [62][63] Isso quer dizer que não podemos perseguir, com nenhum tipo de censura, aqueles que divulgam elementos religiosos diferentes dos nossos. Temos o direito de criticar e reprovar certas obras religiosas, mas não podemos proibi-las. Proibir não adianta. Tudo que é proibido desperta curiosidade e acaba atraindo mais as pessoas. E foi exatamente o que aconteceu com os livros do Index. O que precisamos fazer é apenas conscientizar as pessoas sobre o que é bom e o que é ruim. Cada um deverá, conscientemente, decidir o que vai aceitar. A censura estimula ainda mais o desejo de conhecer o que foi proibido e impede o progresso do conhecimento, deixando a humanidade escravizada.

Que todos nós possamos ser livres para publicar nossas idéias ou ler o que foi publicado. Que cada um possa ser maduro capaz de separar o joio do trigo para não ter que ficar preso num celeiro, o tempo todo.

Como disse Medeiros de Albuquerque: “Liberdade! Liberdade! Abre as asas sobre nós.” [64][65][66] Sim, porque os livros abertos são como aves a voar... E ninguém mais deve ser escravo de nenhum império religioso.

Autor: Maralvestos Tovesmar. Este texto (não o site inteiro) está disponível nos termos da licença CC BY-NC-ND. Pode ser copiado e distribuído, informando o autor e o link seguinte, mas não pode ser modificado e nem comercializado. Data: 2013. Veja outras mensagens emhttp://livresdosfardosreligiosos.blogspot.com.br


[46] Ibidem

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

David Wilcock: The Synchronicity Key A evolução espiritual


Desenvolva a sua mente para o potencial em que existe dentro dela. A nova geração está chegando. Está acontecendo mudanças planetárias e todos nós amamos tudo isto. Esiste um sistema unificado em todo o mundo. O pai representa a inteligência cósmica, a sabedoria e transformará o mundo para melhor. A evolução espiritual. Assistam o vídeo.

domingo, 21 de julho de 2013

O pronunciamento do cacique Seattle

(discurso pronunciado após a fala do encarregado de negócios indígenas do governo norte-americano haver dado a entender que desejava adquirir as terras de sua tribo Duwamish).

O grande chefe de Washington mandou dizer que desejava comprar a nossa terra, o grande chefe assegurou-nos também de sua amizade e benevolência. Isto é gentil de sua parte, pois sabemos que ele não precisa de nossa amizade.
Vamos, porém, pensar em sua oferta, pois sabemos que se não o fizermos, o homem branco virá com armas e tomará nossa terra. O grande chefe de Washington pode confiar no que o Chefe Seattle diz com a mesma certeza com que nossos irmãos brancos podem confiar na alteração das estações do ano.
Minhas palavras são como as estrelas que nunca empalidecem.
Como podes comprar ou vender o céu, o calor da terra? Tal idéia nos é estranha. Se não somos donos da pureza do ar ou do resplendor da água, como então podes comprá-los? Cada torrão desta terra é sagrado para meu povo, cada folha reluzente de pinheiro, cada praia arenosa, cada véu de neblina na floresta escura, cada clareira e inseto a zumbir são sagrados nas tradições e na consciência do meu povo. A seiva que circula nas árvores carrega consigo as recordações do homem vermelho.
O homem branco esquece a sua terra natal, quando - depois de morto - vai vagar por entre as estrelas. Os nossos mortos nunca esquecem esta formosa terra, pois ela é a mãe do homem vermelho. Somos parte da terra e ela é parte de nós. As flores perfumadas são nossas irmãs; o cervo, o cavalo, a grande águia - são nossos irmãos. As cristas rochosas, os sumos da campina, o calor que emana do corpo de um mustang, e o homem - todos pertencem à mesma família.
Portanto, quando o grande chefe de Washington manda dizer que deseja comprar nossa terra, ele exige muito de nós. O grande chefe manda dizer que irá reservar para nós um lugar em que possamos viver confortavelmente. Ele será nosso pai e nós seremos seus filhos. Portanto, vamos considerar a tua oferta de comprar nossa terra. Mas não vai ser fácil, porque esta terra é para nós sagrada.
Esta água brilhante que corre nos rios e regatos não é apenas água, mas sim o sangue de nossos ancestrais. Se te vendermos a terra, terás de te lembrar que ela é sagrada e terás de ensinar a teus filhos que é sagrada e que cada reflexo espectral na água límpida dos lagos conta os eventos e as recordações da vida de meu povo. O rumorejar d'água é a voz do pai de meu pai. Os rios são nossos irmãos, eles apagam nossa sede. Os rios transportam nossas canoas e alimentam nossos filhos. Se te vendermos nossa terra, terás de te lembrar e ensinar a teus filhos que os rios são irmãos nossos e teus, e terás de dispensar aos rios a afabilidade que darias a um irmão.
Sabemos que o homem branco não compreende o nosso modo de viver. Para ele um lote de terra é igual a outro, porque ele é um forasteiro que chega na calada da noite e tira da terra tudo o que necessita. A terra não é sua irmã, mas sim sua inimiga, e depois de a conquistar, ele vai embora, deixa para trás os túmulos de seus antepassados, e nem se importa. Arrebata a terra das mãos de seus filhos e não se importa. Ficam esquecidos a sepultura de seu pai e o direito de seus filhos à herança. Ele trata sua mãe - a terra - e seu irmão - o céu - como coisas que podem ser compradas, saqueadas, vendidas como ovelha ou miçanga cintilante. Sua voracidade arruinará a terra, deixando para trás apenas um deserto.
Não sei. Nossos modos diferem dos teus. A vista de tuas cidades causa tormento aos olhos do homem vermelho. Mas talvez isto seja assim por ser o homem vermelho um selvagem que de nada entende.
Não há sequer um lugar calmo nas cidades do homem branco. Não há lugar onde se possa ouvir o desabrochar da folhagem na primavera ou o tinir das assa de um inseto. Mas talvez assim seja por ser eu um selvagem que nada compreende; o barulho parece apenas insultar os ouvidos. E que vida é aquela se um homem não pode ouvir a voz solitária do curiango ou, de noite, a conversa dos sapos em volta de um brejo? Sou um homem vermelho e nada compreendo. O índio prefere o suave sussurro do vento a sobrevoar a superfície de uma lagoa e o cheiro do próprio vento, purificado por uma chuva do meio-dia, ou recendendo a pinheiro.
O ar é precioso para o homem vermelho, porque todas as criaturas respiram em comum - os animais, as árvores, o homem.
O homem branco parece não perceber o ar que respira. Como um moribundo em prolongada agonia, ele é insensível ao ar fétido. Mas se te vendermos nossa terra, terás de te lembrar que o ar é precioso para nós, que o ar reparte seu espírito com toda a vida que ele sustenta. O vento que deu ao nosso bisavô o seu primeiro sopro de vida, também recebe o seu último suspiro. E se te vendermos nossa terra, deverás mantê-la reservada, feita santuário, como um lugar em que o próprio homem branco possa ir saborear o vento, adoçado com a fragrância das flores campestres.
Assim pois, vamos considerar tua oferta para comprar nossa terra. Se decidirmos aceitar, farei uma condição: o homem branco deve tratar os animais desta terra como se fossem seus irmãos.
Sou um selvagem e desconheço que possa ser de outro jeito. Tenho visto milhares de bisões apodrecendo na pradaria, abandonados pelo homem branco que os abatia a tiros disparados do trem em movimento. Sou um selvagem e não compreendo como um fumegante cavalo de ferro possa ser mais importante do que o bisão que (nós - os índios) matamos apenas para o sustento de nossa vida.
O que é o homem sem os animais? Se todos os animais acabassem, o homem morreria de uma grande solidão de espírito. Porque tudo quanto acontece aos animais, logo acontece ao homem. Tudo está relacionado entre si.
Deves ensinar a teus filhos que o chão debaixo de seus pés são as cinzas de nossos antepassados; para que tenham respeito ao país, conta a teus filhos que a riqueza da terra são as vidas da parentela nossa. Ensina a teus filhos o que temos ensinado aos nossos: que a terra é nossa mãe. Tudo quanto fere a terra - fere os filhos da terra. Se os homens cospem no chão, cospem sobre eles próprios.
De uma coisa sabemos. A terra não pertence ao homem: é o homem que pertence à terra, disso temos certeza. Todas as coisas estão interligadas, como o sangue que une uma família. Tudo está relacionado entre si. Tudo quanto agride a terra, agride os filhos da terra. Não foi o homem quem teceu a trama da vida: ele é meramente um fio da mesma. Tudo o que ele fizer à trama, a si próprio fará.
Os nossos filhos viram seus pais humilhados na derrota. Os nossos guerreiros sucumbem sob o peso da vergonha. E depois da derrota passam o tempo em ócio, envenenando seu corpo com alimentos adocicados e bebidas ardentes. Não tem grande importância onde passaremos os nossos últimos dias - eles não são muitos. Mais algumas horas, mesmos uns invernos, e nenhum dos filhos das grandes tribos que viveram nesta terra ou que têm vagueado em pequenos bandos pelos bosques, sobrará, para chorar sobre os túmulos de um povo que um dia foi tão poderoso e cheio de confiança como o nosso.
Nem o homem branco, cujo Deus com ele passeia e conversa como amigo para amigo, pode ser isento do destino comum. Poderíamos ser irmãos, apesar de tudo. Vamos ver, de uma coisa sabemos que o homem branco venha, talvez, um dia descobrir: nosso Deus é o mesmo Deus. Talvez julgues, agora, que o podes possuir do mesmo jeito como desejas possuir nossa terra; mas não podes. Ele é Deus da humanidade inteira e é igual sua piedade para com o homem vermelho e o homem branco. Esta terra é querida por ele, e causar dano à terra é cumular de desprezo o seu criador. Os brancos também vão acabar; talvez mais cedo do que todas as outras raças. Continuas poluindo a tua cama e hás de morrer uma noite, sufocado em teus próprios desejos.
Porém, ao perecerem, vocês brilharão com fulgor, abrasados, pela força de Deus que os trouxe a este país e, por algum desígnio especial, lhes deu o domínio sobre esta terra e sobre o homem vermelho. Esse destino é para nós um mistério, pois não podemos imaginar como será, quando todos os bisões forem massacrados, os cavalos bravios domados, as brenhas das florestas carregadas de odor de muita gente e a vista das velhas colinas empanada por fios que falam. Onde ficará o emaranhado da mata? Terá acabado. Onde estará a águia? Irá acabar. Restará dar adeus à andorinha e à caça; será o fim da vida e o começo da luta para sobreviver.
Compreenderíamos, talvez, se conhecêssemos com que sonha o homem branco, se soubéssemos quais as esperanças que transmite a seus filhos nas longas noites de inverno, quais as visões do futuro que oferece às suas mentes para que possam formar desejos para o dia de amanhã. Somos, porém, selvagens. Os sonhos do homem branco são para nós ocultos, e por serem ocultos, temos de escolher nosso próprio caminho. Se consentirmos, será para garantir as reservas que nos prometestes. Lá, talvez, possamos viver o nossos últimos dias conforme desejamos. Depois que o último homem vermelho tiver partido e a sua lembrança não passar da sombra de uma nuvem a pairar acima das pradarias, a alma do meu povo continuará vivendo nestas floresta e praias, porque nós a amamos como ama um recém-nascido o bater do coração de sua mãe.
Se te vendermos a nossa terra, ama-a como nós a amávamos. Preteje-a como nós a protegíamos. Nunca esqueças de como era esta terra quando dela tomaste posse: E com toda a tua força o teu poder e todo o teu coração - conserva-a para teus filhos e ama-a como Deus nos ama a todos. De uma coisa sabemos: o nosso Deus é o mesmo Deus, esta terra é por ele amada. Nem mesmo o homem branco pode evitar o nosso destino comum.

Fonte: "Trechos de um diário: O Cacique Seattle: Um cavalheiro por instinto". 10º artigo da série “Primeiras Reminiscências” - Seattle Sunday Star, 29 de outubro de 1887 do articulista Henry Smith (tradução livre, pela equipe de Floresta Brasil)
http://www.ufpa.br/permacultura/carta_cacique.htm

sexta-feira, 14 de junho de 2013

A aliança judaico-maçônica

O termo  judaico-maçônica encontrado também  com o nome judaico-Maçonaria é uma teoria da que designa o conluio, uma aliança ou dominação de um sobre o outro, real ou suposta, de círculos relacionada ao judaísmo e a maçonaria avançando para uma dominação na sociedade. 


tradução google se não perfeita o suficiente para o entendimento



História do termo 

A confusão entre estes ambientes dos católicos franceses nos anos seguintes à publicação do livro Agostinho Barruel Memórias para a História do jacobinismo, em 1797, quando ele denunciou uma conspiração maçônica na Revolução Francesa. Alguns anos mais tarde, as lojas maçônicas são abertas para os judeus e dois meios são, então, amalgamado. (amálgama é também a mistura de duas palavras com o objetivo de criar uma nova).Amálgama é facilitada pelo facto de o ritual maçónico usar hébreux 1 palavras. Em 1871, a nacionalidade francesa é dado aos judeus da Argélia após o decreto Cremieux. Ou Adolphe Cremieux é tanto judeu e maçom, sua denúncia é o verdadeiro nascimento da "conspiração judaico-maçônica" 1.

Os defensores da teoria 

século XIX 
Em 20 de agosto de 1806 Augustin Barruel relata ter recebido uma carta de Paris para Florença a partir de um capitão italiano, Jean Baptiste Simonini, (A carta de Simonini para Barruel )
no qual ele expressa sua satisfação providenciou lendo suas Memórias para a história da jacobinismo. No entanto, ele queria evocar um testemunho pessoal, referindo-se a teoria da judaico-maçonaria, o que lhe permite dizer que a Maçonaria está sob a direção do judaísmo. Barruel adiante a carta ao Papa Pio VII, que respondeu por sua secretária, então a Louis XVIII2. Estas cartas foram publicadas pela primeira vez em 1882, em La Civiltà Cattolica3.
Em 1816, Johann Christian Ehrmann publicado anonimamente na Alemanha a teoria da conspiração em um livro e enviá-lo como um aviso para Allemands4 apoiar a tese de uma conspiração judaica maçonnique5 alegando que Frankfurt judeus maçons queriam uma república mundo baseada em o humanisme6.

De acordo com Jacob Katz, que está no livro 1852 de Eduard Emil Eckert Maçonaria em sua verdadeira signification7, as sementes de uma hostilidade comum em relação aos judeus e maçons serão distribuídos para o primeiro views8.

Osman Bey , cujo nome verdadeiro Millinger , também conhecido como o Kibridli-Zade  foi nomeado em seus escritos a Maçonaria como controlado pelo judaísmo, ele foi seguido por Hipólito Lutostansky em sua abordagem  em 18.709 anos.

Em 1893, Dom Leo Meurin alimenta a teoria com um pensamento filosófico e teológico, em seu livro maçonaria Sinagoga Satan10. Ele explica que o prosaico e literal de que os judeus tomar a interpretação narrativa bíblica, eles projetaram a dominar a Terra através da corrupção ideológica. Judeus e maçons usaria como seus capangas, que enviou sua doutrina cabalística e sua aversão à Igreja e a Cristo. Ele estabelece vínculos entre a Kabbalah e o dogma maçônico referindo-se ao livro de Adolphe Franck Kabbalah. Originalmente avançar, a Maçonaria é construído em torno dos restos dos Templários e vingança animado daqueles que afirmam herdeiros.
Revolução Francesa: antes e depois: desenho satírico Caran d'Ache 1898, durante o Caso Dreyfus. Embora o antigo regime não era idílica, a situação tem visto a opressão extra de aparecer como um banqueiro, um pedreiro e um judeu substituindo o único nobre do passado, o cavalo é agora mais magro do que antes.

século XX

Em 1903, Bertrand Isidore defende a tese de uma livre11.
Jean-Baptiste Bidegain folhas de caso de denúncia, em 1905, e denunciou o que ele viu como uma conspiração judaico-maçônica social e ambições parlamentares argumentando que esses dois grupos têm vindo a dizer e communes12 nomeações maçônicas  na Assembleia Nacional no início do século XX, no financiamento na sequência do caso Dreyfus o contexto político, receberam de origem judaica 13.

Em 1908, Paul Copin-Albancelli expressa os interesses do judaísmo na Revolução Francesa, que ele vê como uma conspiração maçônica são óbvias, como a participação maciça da comunidade judaica organizada na Revolução Russa de 190.514. Para ele, essa convergência de interesses pode ser o resultado de uma subordinação de alvenaria ao judaísmo, mas a presença de várias autoridades envolvidas não diz com sûreté15.
Entre 1910 e 1916, as teorias da conspiração deste tipo são transmitidos ao Comité de União e Progresso e sua ação revolucionária dentro do Império Otomano por fontes próximas ao governo britânico, através da correspondência diplomática de Sir Gerard Lowther, o embaixador britânico Constantinopla, e Gilbert Clayton Chefe do Serviço de Inteligência Égypte16 17 18 19.

Nos Protocolos dos Sábios de Sião, uma falsa escrita e popularizada por Mathieu Golovinski e Sergei Nilus, o termo "A invencibilidade da judaico-maçonaria" aparece no primeiro protocolo, a terceira refere-se à "nossa alvenaria socialista", o quarto refere-se à loja maçônica como "uma máscara que esconde o nosso objetivo", o décimo primeiro como uma "cortina de fumaça", em que a comunidade judaica atingiu seu objetivo, mas "apenas por meios indiretos".

Em 1921, Ernest Jouin retoma thème20.
Em 1929, Leon de Poncins também combina duas communautés21.
Em 1935, Joseph Santo denuncia uma conspiração judaico-maçônica na repressão da crise de 6 de Fevereiro 193.422.
Em 1940 e 1950, Domvile Barry é o autor de uma teoria da conspiração sobre uma organização designado pelo termo Judmas uma combinação judaico-maçônico que o levou de uma influência desastrosa sobre mondiale23 história.

Os opositores da teoria 

Gustave Borda foi um dos primeiros historiadores a refutar a existência de uma conspiração judaica maçonnique24.
  • Opposants à la thèseGustave Bord fut un des premiers historiens à réfuter l'existence d'une conspiration judéo-maçonnique24.
A exposição bolchevique era expor uma conspiração judaico-maçônico-comunista (ou bolchevique) em França durante a ocupação alemã. -L'Exposition antibolchevique visait à dénoncer un complot judéo-maçonnique-communiste (oubolchévique) en France sous l'Occupation allemande.

Tese da conspiração judaico-maçônico-comunista

A conspiração judaico-maçônico-comunista é a adição ou síntese de judeo-bolchevismo e da teoria da judaico-maçonaria. Essas teses são principalmente popularizado a partir da Revolução de Outubro de 1917 por russos brancos. Ela também é encontrada na Espanha de Franco. A partir do Verão de 1940, o governo de Vichy demoniza a "aliança monstruosa do comunismo moscovita, o radicalismo maçônica e finanças judaica" que "precipitou uma guerra ideológica na França, depois de ter enfraquecido" 25. Ele também foi o tema da Exposição anti-maçônica de 1941, na Sérvia.
Na literatura

O romance O maçom judeu, o padre Henri Desportes, publicado em 1890, conta a história de uma decisão maçom judeu sobre uma aldeia inteira, ele foi classificado as melhores vendas époque26. O romance O risco maçom e do perigo judaico, publicado em 1895 por Georges Romain, pseudônimo de Georges Kestler26. O tema do judaico-Maçonaria e conspiração mesmos parte da trama do romance de Umberto Eco, O Cemitério Prague27.
Referências

Jacques Lemaire e Alain Goldschläger, conspiração judaico-maçônica, Bruxelas, Edições Trabalhistas e Publishing Espaço de liberdade, "Eu escrevo o seu nome", de 2005. (ISBN 2-8040-1998-5)
José Antonio Ferrer Benimeli El contubernio judaico-masónico-Comunista: del satanismo al Escándalo P-2, Madrid, Istmo, 1982 (ISBN 84-7090-121-4)
Johannes von Rogalla Bieberstein: Der Mythos von der Verschwoerung. Philosophen, Freimaurer, Juden und independente Sozialisten als Verswchwoerer gegen die Sozialordnung. Wiesbaden: Marix 2008, ISBN 978-3-86539-162-9
Johannes von Rogalla Bieberstein "Juedischer bolchevismo". Mythos und Realität. Graz: Ares 2010, ISBN 978-3-902475-75-6
  • Bibliographie Jacques Lemaire et Alain Goldschläger, Le Complot judéo-maçonnique, Bruxelles, Éditions Labor et Éditions Espace de libertés, « J'écris ton nom », 2005. (ISBN 2-8040-1998-5)José Antonio Ferrer Benimeli, El contubernio judeo-masónico-comunista: del satanismo al escándalo de la P-2, Madrid, Istmo, 1982 (ISBN 84-7090-121-4)  Johannes Rogalla von Bieberstein: Der Mythos von der Verschwoerung. Philosophen, Freimaurer, Juden, Liberale und Sozialisten als Verswchwoerer gegen die Sozialordnung. Wiesbaden: Marix 2008, ISBN 978-3-86539-162-9 Johannes Rogalla von Bieberstein: "Juedischer Bolschewismus". Mythos und Realität. Graz: Ares 2010, ISBN 978-3-902475-75-6
Notas e referências 

↑ a b e No. 8, setembro-outubro de 2011, portanto, o chamado "complô" dos judeus e maçons, que buscam dominar o mundo vem?, Por Emmanuel Pierrat, p.36
↑ Aleksander Dmitrievich Netchvolodow, O imperador Nicolau II e os judeus, Stephen Chiron, Paris, 1924, ASIN B001D7RNEA, p.231-236
↑ Nicolas Deschamps, as sociedades secretas e Sociedade, III, p. 661.
↑ (en) Johann Christian Ehrmann, "Das Judenthum in der Maurerey, eine deutsche Warnung um Logen alle" 1816.
↑ (en) Johannes von Rogalla Bieberstein "Die Estes von der freimaurerischen Verschwörung". [Arquivo]
↑ (en) Flensburger Hefte Verlag "Die Rolle der Juden im Rahmen der Verschwörungsthese". [Arquivo]
↑ Eduard Emil Eckert, a Maçonaria em seu verdadeiro significado (Der Orden Freimaurer wahren in seiner Bedeutung), Dresden, 1852 Versão online em Francês [arquivo], traduzido pelo padre Jean Guillaume Gyr
↑ Jacob Katz, judeus e maçons, 1970, p.152
↑ Texto on-line [arquivo] A invenção da tradição sagrada, por James R. Lewis, Olav Hammer, p.79
↑ Leon Meurin maçonaria da sinagoga de Satanás 1893 [arquivo]
↑ Bertrand Isidore, a Maçonaria, nascido seita judaica do Talmude, livro Bloud and Co., 1903 Texto on-line [arquivo]
↑ Jean-Baptiste Bidegain O Grande Oriente da França. Sua Doutrina e Atos, Paris, Librairie semita 1905, p.258
↑ Jean-Baptiste Bidegain op.citée, p.277
↑ Paul Copin-Albancelli, drama maçônico. Poder oculto contra a França, 1908, p.361-362
↑ Paul Copin-Albancelli, drama maçônico. Poder oculto contra a França, 1908, p.299
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↑ britânico política externa sob Sir Edward Grey, por Francis Harry Hinsley [arquivo]
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↑ Delbeke F. Magnette, Jornal belga de Filologia e História, Ano 1939, Volume 18, Número 18-1, p. 203-207 [arquivo]
↑ Robert O. Paxton, Vichy France, Paris, Seuil, 1997, p.112
↑ um e cristãos B eo caso Dreyfus por Peter Pierrard, p.30 [arquivo]
↑ Umberto Eco, O Cemitério de Praga, Grasset
  • Notes et références
  • ↑ a et b  n°8, septembre-octobre 2011, D’où vient le prétendu "complot" des Juifs et de francs-maçons, qui viserait la domination du monde?, par Emmanuel Pierrat, p.36
  • ↑ Aleksander Dmitrievich Netchvolodow, L'Empereur Nicolas II et les Juifs, Étienne Chiron, Paris, 1924, ASIN B001D7RNEA, p.231-236
  • ↑ Nicolas Deschamps, Les Sociétés Secrètes et la Société, III, p. 661.
  • ↑ (de) Johann Christian Ehrmann, « Das Judenthum in der Maurerey, eine Warnung an alle deutsche Logen », 1816.
  • ↑ (de) Johannes Rogalla von Bieberstein, « Die These von der freimaurerischen Verschwörung ». [archive]
  • ↑ (de) Flensburger Hefte Verlag, « Die Rolle der Juden im Rahmen der Verschwörungsthese ». [archive]
  • ↑ Eduard Emil Eckert, La franc-maçonnerie dans sa véritable signification (Der Freimaurer Orden in seiner wahren Bedeutung), Dresde, 1852 Version en ligne en français [archive], traduit par l'abbé Jean Guillaume Gyr
  • ↑ Jacob Katz, Jews and Freemasons, 1970, p.152
  • ↑ Texte en ligne [archive] The invention of sacred tradition, par James R. Lewis, Olav Hammer, p.79
  • ↑ Léon Meurin La franc maçonnerie Synagogue de Satan 1893 [archive]
  • ↑ Isidore Bertrand, La Franc-maçonnerie, secte juive née du Talmud, Librairie Bloud et Cie, 1903 Texte en ligne [archive]
  • ↑ Jean-Baptiste Bidegain, Le Grand-Orient de France. Sa Doctrine et ses Actes, Paris, Librairie antisémite, 1905, p.258
  • ↑ Jean-Baptiste Bidegain, op.citée, p.277
  • ↑ Paul Copin-Albancelli, Le drame maçonnique. Le Pouvoir occulte contre la France, 1908, p.361-362
  • ↑ Paul Copin-Albancelli, Le drame maçonnique. Le Pouvoir occulte contre la France, 1908, p.299
  • ↑ Germany, Turkey, and Zionism 1897-1918, Isaiah Friedman [archive]
  • ↑ The revolution of 1908 in Turkey By Aykut Kansu [archive]
  • ↑ British foreign policy under Sir Edward Grey, By Francis Harry Hinsley [archive]
  • ↑ Arabic political memoirs and other studies, By Elie Kédourie [archive]
  • ↑ Ernest Jouin Le péril judéo-maçonnique, Revue Internationale des Sociétés Secrètes, 1921
  • ↑ Léon de Poncins Franc-maçonnerie et judaïsme, 1929, F. Paillart, Freemasonry & Judaism: Secret Powers Behind Revolution Texte en ligne en anglais [archive]
  • ↑ Joseph Santo, La Judéomaçonnerie et les Massacres du 6 février 1934, 1935, impr. G. Pauc.
  • ↑ Barry Domvile, From Admiral to Cabin Boy, p81.
  • ↑ Delbeke, Magnette F., Revue belge de philologie et d'histoire, Année 1939, Volume 18, Numéro 18-1, pp. 203-207 [archive]
  • ↑ Robert O. Paxton, La France de Vichy, Paris, éditions du Seuil, 1997, p.112
  • ↑ a et b Les Chrétiens et l'affaire Dreyfus, par Pierre Pierrard, p.30 [archive]
  • ↑ Umberto Eco, Le Cimetière de Prague, Éditions Grasset
  • Voir aussi
Veja também
Teorias conspiratórias maçônicas  -  Théories du complot maçonnique
Teorias da conspiração judaica  -  Théories du complot juif

Notes et références

domingo, 26 de maio de 2013

O Amor que Ficou - Nei Silveira de Almeida

Propostas de Nei Silveira de Almeida:

Porque os grandes centros, as grandes capitais estão infestadas de tanta gente?

Um país em desequilíbrio, desajuste social administração pública incompetente e corrupta...


É próprio do ser humano afastar-se de seus semelhantes em dificuldades...

Como banir alguém impiedosamente que só experimentou o sabor amargo pela vida

JK em cadeia de erros estratégicos com acelerado crescimento da economia informal

Um cidadão comum, a esperar por educadores, juristas e outras categorias busquem um ponto de partida para efetuar mudanças.

Serei rotulado de alarmista, disseminador do pânico e propagador de um pessimismo inconsequente e irresponsável

Nei, todas as suas propostas transcritas neste seu livro “O amor que ficou” são as melhores para este país que hoje está de cabeça para baixo, no entanto, quem vai permitir que o melhor aconteça ao povo e a soberania brasileira, quando os políticos que tomaram o poder se abaixaram, entregaram o patrimônio brasileiro na maior submissão através dos consensos, e tantos outros que desconhecemos, porque a verdadeira história do Brasil não é contada, nós não a conhecemos. Por estes motivos que todos os presidenciáveis assinam e endossam o arquivo da história do Brasil “como secreta”  por mais cinquenta anos. Hoje, vemos as FFAA se mobilizarem... porque foram feridos,com a comissão da verdade, eles não tem nenhuma culpa na derrocada do Brasil, porque, eles não abrem uma comissão contra a ação dos guerrilheiros que obedientes a Fidel/Cuba, praticaram atentados contra o Brasil nos anos 60 e 70 e hoje ocupam o poder tendo como liderança o Foro que Lula fundou em 1990 com Fidel, Farc,... e para minha tristeza batizaram de São Paulo? Porque os militares na ditadura não abraçaram a educação do povo brasileiro ao invés de aceitarem das classes dominantes, dos globalistas internacionais, em excluí-los nas grandes metrópoles alocando-os em favelas e cortiços imundos, sem qualquer higiene, para que se tornassem apenas mão de obra barata, a serviço deles. E falo também da religião (todas) que pregam a mentira, arrecadam os dízimos dos inocentes fiéis na intenção de gente-massas manipulando os votos aos políticos corruptos que destroem o Estado de Direito, e pregam o marxismo cultural deixando o povo impensante, revoltado, alienado... 

Parabéns pelo livro.

Sou, cidadã brasileira, paulistana,

Marilda Oliveira

oliveira.marilda@terra.com.br