domingo, 21 de setembro de 2014

Nessa eleição, a questão não é só de corrupção, terrorismo, É espiritual !!!

Assunto: Eleições
Irmãos, Amigos, Povo brasileiro,
Nunca fui de participar ativamente de política, tampouco causar polêmica com discussões acerca de bandeiras ou cores partidárias.
Porém, nessa eleição, em particular, quero me manifestar, por entender que a questão não é só de corrupção, a qual existe intrinsecamente no nosso povo em maior ou menor grau.
A questão agora é mais em cima. É espiritual !!!
Existe uma potestade reinando sobre o Governo Federal que, se Deus não tiver misericórdia de nós, nosso país naufragará na escuridão.
Por que estou dizendo isso ?
Pelo menos por 5 motivos:
1. A Aliança que o Brasil fez com o Presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, um conhecido traficante de armas e anti-semita. A Bíblia diz que Deus fez uma aliança com Israel postulando que benditos seriam aqueles que o abençoassem e malditos seriam aqueles que o amaldiçoassem. O Irã é um país maldito que fez aliança com o Brasil.
2. As alianças que o Brasil fez com os presidentes traficantes internacionais de drogas da Bolívia e Venezuela, além de Cuba, cujos ditadores são assassinos e anti-cristãos, tem repercussão espiritual sobre nosso povo. A bíblia diz que quando os líderes pecam, todo o povo padece.

3. A declaração feita pela diplomacia brasileira a favor do Hamas, facção terrorista e anti-semita, que possui no seu programa de governo a aniquilação do povo judeu.
4. A desconstrução da família, através de leis que relativizam o casamento de um homem com uma mulher e trazem novas formas de família que aviltam os princípios e propósitos de Deus para a humanidade.
5. Uma silenciosa perseguição à igreja pela classe intelectual e midiática sob o manto da sutileza que não se consegue detectar os fundamentos específicos para uma possível estratégia de defesa.
Concluindo, esses principais motivos, são suficientes para que qualquer cristão que teme ao Senhor e esteja comprometido com as futuras gerações não contribua com seu voto para esse governo e ore para que essa potestade que assola o nosso país seja destronada !!!
Enviado por Samsung Mobile > De : José de Almeida

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

O riso contra o poder


Humor

Na nova geração de humoristas brasileiros, ninguém é mais temido pelos políticos que Danilo Gentili. Nascido no ABC paulista, o artista de 34 anos tornou-se algoz da categoria em 2009: como repórter do CQC, chegou a ser expulso do Congresso Nacional, em Brasília. Hoje à frente do talk-show The Noite, do SBT, Gentili mantém a política sob sua mira. Nesta segunda-feira, ele redobrará a artilharia no Politicamente Incorreto, atração na qual interpreta o fictício deputado Atílio Pereira, figurão corrupto que vira candidato a presidente da República. O canal pago FX levará o programa ao ar na mesma faixa de exibição noturna do horário eleitoral na TV aberta. Em conversa com o editor Marcelo Marthe no seu apartamento, em São Paulo, Gentili contou como é difícil fazer humor no Brasil governado pelo PT, denunciou os efeitos perversos do patrulhamento e louvou o valor do riso como antídoto contra o autoritarismo e os malfeitos.
Como surgiu a ideia de interpretar um político corrupto em um programa da TV paga que irá ao ar no horário da propaganda eleitoral obrigatória nos canais abertos? Acho importante partir para a confrontação. Hoje, as pessoas pensam que discordar de quem está no poder é um crime. Mas a liberdade de atacar os poderosos é o que faz a democracia. Sou contra a propaganda eleitoral, A Voz do Brasil e qualquer uma dessas imposições estatais. O horário eleitoral virou comércio. Como comediante, há o lado impagável de ver Lula abraçado a Maluf por causa de uns minutos a mais de propaganda. Mas mesmo um palhaço como eu fica desolado. O pior é a movimentação para estender o horário gratuito para a TV paga. Seria terrível. A coisa está muito invasiva. No período da eleição, somos proibidos de fazer piada com os candidatos. Mas não é agora que eles deveriam estar mais expostos ao bombardeio? É como se dissessem: "Eleitor, você veio à feira para comprar frutas, só que não vai poder apalpá-las. Terá de acreditar que estão boas". Recentemente, um dirigente do PT incluiu seu nome em uma espécie de lista negra de jornalistas e apresentadores de TV que seriam inimigos do partido. Isso o incomodou? Como todo rompante de autoritarismo, a lista negra do PT é patética e ridícula — mas deve ser vista como um fato alarmante.Divulgar em seu site oficial uma lista de pessoas que seriam supostamente do mal e inimigas dos pobres diz muito sobre as ideias do partido que governa o país há doze anos. Poxa, o sujeito não é um militante qualquer, é o vice-presidente do PT, Alberto Cantalice. Em outras palavras, ele estava incitando a caça às bruxas: se você for do PT e encontrar essas pessoas na rua, não hesite em tomar providências. É algo que lembra os camisas-negras do fascismo,
que saíam pelas ruas da Itália descendo o cacete em quem incomodava Mussolini. O episódio é tão grave assim? É assustador o rumo que as coisas estão tomando no paísEssas mesmas pessoas que diziam combater a censura do regime militar hoje incorrem em práticas autoritárias. Dias depois da divulgação da tal lista, eu estava andando na Avenida Paulista com minha namorada e fui hostilizado por uma militante do PT. Com jeito raivoso, ela
começou a me xingar: "Você odeia os pobres, é racista, nazista e inimigo do povo". 
Mas então dois meninos negros me abraçaram e disseram para ela parar de ser idiota. Eu até tirei uma foto com um deles e postei no Instagram. O dirigente do PT está à frente de uma massa de manobra, dando instruções aos militantes sobre o que fazer com quem incomoda o partido.
Está mais difícil fazer humor no Brasil governado pelo PT?
É mais difícil, sem dúvida. Inspiração para fazer rir não falta: piadas, afinal, são feitas com o erro, a coisa ruim. Não só a esquerda, como qualquer governo, dá um caminhão de material aos comediantes. Mas o que me assusta é que o espírito autoritário tente inibir qualquer crítica contra esse governo. Eu não vi isso em outros períodos. Cresci vendo Agildo Ribeiro no Cabaré do Barata. Ele tinha bonecos representando o Maluf e o Sarney. Depois, o Collor foi
malhado à vontade. Os comediantes faziam a paródia da política na TV, e ficava tudo bem. Hoje, fazer piada com a Dilma ou o Lula é um parto. Tem gente sempre a postos para dizer que você não deve desrespeitar pessoas de trajetória tão legítima etc. Se era banal fazer piada com um presidente em exercício e agora virou tabu, o país só pode ter regredido.
A que isso se deve?
É patrulhamento mesmo. A prova de que ele existe é ver um dirigente do partido que está no poder divulgar sem pudor sua lista de nomes inconvenientes. Mas vejo outra ameaça. Recentemente, proibiram comerciais voltados para crianças na TV. Esse pessoal sempre bate na tecla de que são medidas pelo bem das pessoas. Primeiro foram o cigarro e a bebida e, pelo jeito, daqui a pouco serão os alimentos calóricos. Os patrulheiros vão eliminando os anunciantes, e, em seu lugar, as emissoras passam a depender mais da propaganda estatal. Aí é que a turma que está no poder se esbalda. Eles podem ligar para um canal e exigir que não se abordem temas espinhosos, sob a ameaça de tirar do ar os anunciantes oficiais.
Os políticos brasileiros são mal-humorados?
Eles se levam a sério demais. Há um tanto de burrice envolvida nisso. O humor, por natureza, mexe com nosso lado racional. É preciso fazer a conexão entre duas ideias para compreender o que há de engraçado em uma tirada. As pessoas que aceitam piadas sobre si mesmas e riem delas são mais inteligentes. Os humoristas americanos fazem piadas impiedosas, mas os políticos são espertos para entender que rir de si próprios os toma mais populares. Quando o político prefere censurar a embarcar na piada, revela-se a burrice típica de gente autoritária. Dá para imaginar a presidente Dilma Rousseff submetendo-se ao ritual auto-depreciativo que George W. Bush ou Barack Obama enfrentaram na TV americanaEu olho para a cara da Dilma e não acho que ela tenha sequer capacidade de entender o que é uma piada. Você acha que uma presidente que não sabe discursar tem condição de entender a sutileza do humor? Agora, tome o exemplo da Sarah Palin nos Estados Unidos. Quando ela concorreu a vice-presidente, os humoristas a massacraram. O
que ela fez? Foi ao programa Saturdoy Night Live para ouvir tudo na cara. O que o espectador achou disso? Puxa, essa mulher não é burra como eu pensava. Ao contrário da nossa. Marina Silva seria um alvo mais inspirador? Tudo que tiver uma natureza contraditória será um prato cheio. A Marina se diz crente, mas é adepta de uma  ideologia eco-marxista que nega DeusDiz ter saído do PT por desencanto com o partido, mas continua falando de Lula como se o amasse. E tem um ranço petista bem visível. Diz ser uma opção para quem não gosta do PT e do PSDB, mas também que quer governar junto com PT e PSDB. Fala que gosta de trabalhar, mas é política. Dizem que é duro entender as mulheres. No caso da Marina, acho impossível. Em um de seus livros, lê-se a piada: "O Lula bebe tanto que se quiser abastece o Aerolula com xixi". De onde sai a inspiração para tiradas assim? Ah, a piada saiu do Lula mesmo. De eu estar careca de saber que nosso ex-presidente é um bêbado. Foi um tema que fiz questão de incluir em um show que fiz pela internet, já que o Lula quis expulsar do Brasil um repórter do New York Times por falar de sua queda pelo álcool. Quanto mais autoritário é o político, mais se faz necessário tratá-lo sem o mínimo respeito. Não é normal dizer amém, vigiar-se para não falar o que você pensa. O que causa essa anestesia? Às vezes, o cidadão absorve o patrulhamento por osmose, como no experimento da caixa de Skinner: se o rato
enjaulado faz movimentos errados, ele leva choques até obedecer. Mas a metáfora que melhor se aplica ao Brasil é a história do sapo e da água quente. Quando o bicho é colocado na água fervente, ele pula. No entanto, se for posto em água fria e a temperatura subir devagar, ele não perceberá e morrerá cozidoAssim como o sapo, não estamos percebendo a escalada autoritária. Mas basta reparar na Venezuela para ver aonde podemos chegar. O senhor foi criticado por falar que os judeus temiam a chegada do metrô a um bairro nobre de São Paulo porque "a última vez que chegaram perto de um vagão foram parar em Auschwttz". A piada não passou do timite? Como em toda profissão, humoristas são passíveis de erro. Mas o que ocorre muitas vezes nem é que a tirada
seja infeliz: basta citar uma minoria para você virar um ser repugnante. A reação é histérica e tem a ver até com
analfabetismo funcional. Eu não endossei a perseguição aos judeus. A mensagem era a seguinte: gato escaldado tem medo de água fria. Mas só de citar a palavra "judeu" você está fazendo algo horrível.
O Brasil está mais para rir ou para chorar?
Está mais para rir. É o que não deixa a gente enlouquecer. Quanto mais opressiva se tornava a vida na União Soviética, mais as pessoas levavam na base da piada, mesmo sob o risco de ser presas por subversão. O humor liberta.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

A descrença

A religião grega era politeísta e não possuía escritas sagradas, dogmas, doutrinas e credos. Entre os homens e os deuses existia a mais completa familiaridade. Eram normais as conversações entre deuses e homens, e também era comum o mortal se queixar da divindade que não agira corretamente ou havia faltado às promessas. Na literatura grega encontramos muitos relatos dos amores entre homens e deusas e dos deuses com mulheres terrenas.
Crença é uma palavra que abrange o conhecimento que se parecem. É um estado  mental em certo momento em crer, acreditar.

Não há justiça neste mundo... recompensa para os virtuosos e castigo para os não virtuosos.

400 a.c. Demócrito toda a matéria era feita de átomo e que a tudo que existe existiu sempre, não foi criada. Epícuro  confirmou as declarações de Demócrito  Epicuro, sustenta uma filosofia que estaria de acordo com a busca da felicidade. Lucrétius por longos anos é oprimido pelo medo, lhe escravizaram. A tirania da religião o dominou totalmente.  “De Demócrito toma o princípio da  indestrutibilidade da matéria; de Epícuro a importância da sensação como base do conhecimento, de Lucrécio, a noção de infinito que lhe  permite suprimir Deus a idéia da sede de sentimento nos órgãos, e a morte simultânea da alma  e do corpo” (balaguer, s/d., p. 18).

O medo é a mãe de todos os deuses.

Quando acontece a perda da fé religiosa vem a dura História da descrença: o ateísmo.

Até que um poderoso grego começou a afirmar... A liberdade do homem.

A religião é considerada como verdadeira por pessoas comuns;

Como falsa,

Por pessoas sábias;

E como útil,

Pelos governantes.

Uma vez que o imperador Constantino... adotou o cristianismo como religião oficial do Império, a filosofia pagã como um todo se tornou “suspeita” no século VI, mas não abandonaram é claro seu costumes pagãos e seus deuses, mas apenas mascarando-os em uma maneira de se tornar aceitos pelas grandes massas manipuladas, dando origem a uma nova forma de subjugar as massas através do medo, estabelecendo dogmas ritos ,liturgias , doutrinas e regras que nada tinham a haver com o que Jesus estipulou como aliança. Somente os sacerdotes podiam  ler e tinham acesso aos manuscritos e interpretavam o conteúdo da maneira que convinha aos governantes locais. 

O Paternon foi parcialmente demolido e o que sobrou se tornou uma das primeiras igrejas... dedicadas à Virgem Maria. As academias gregas de filosofia foram abolidas. Os mil anos seguintes ao fechamento das escolas filosóficas gregas... foram conhecidas como “a idade das trevas”.
É impossível erradicar por completo o livre pensamento.

O ateísmo, a descrença aconteceu  muito antes do século XVIII quando Lutero se revoltou contra o cristianismo, sistema religioso e contra as imagens e riquezas da igreja, indulgências se não pagas os servos seguidores pela austera manipulação da igreja seriam perseguidos e assassinados. As religiões todas elas, sempre foram regidas, mantidas e  doutrinadas pela oligarquia dominante, para manipulação da massa.

Exemplo  de Espinosa que não aceitou as imposições dos iluminados que comandavam as diretrizes da oligarquia  para a  tão orquestrada ordem globalista,  Espinosa foi, expulso, excomungado do judaísmo e condenado com o chéren.

Mas foram estudiosos mulçumanos... os que permitiram que o radical materialismo... de filósofos gregos e romanos re-emergisse: Porém, idéias materialistas compreensivelmente inconsistentes, tanto com o cristianismo quanto como  com o islã existe,  procedimento adequado sugeria  Charles Darwin  para se compreender os processos evolutivos e o próprio comportamento. E quase nenhum cientista social quer realmente saber como se deram os processos evolutivos e/ou adaptativos para chegarmos a ser o que somos, aos processos perversos que resultaram da associação etnocêntrica entre determinados grupos étnicos, de fato, todos aqueles que não se classificavam entre os europeus ocidentais urbanos, e certos traços de caráter e comportamento apresentados de modo pejorativo, a partir de perspectivas etnocêntricas.

Muito preconceito e muita xenofobia manifestaram-se tanto em idéias artísticas e acadêmicas quanto em ações de grupos dominantes e de Estados promovendo o genocídio e o etnocídio (destruição da cultura de um povo).

No entanto,  o apoio à interesses judeus no que chamam “terra sagrada” Conflitos herdados entre judeus, cristãos e mulçumanos, a alguma ação secreta por detrás dela com relação entre a autoridade e a crença, com o véu do patriotismo, com auxílio religioso e “patriotismo sagrado”

Hoje, vivemos a mentira, a enganação aonde a  farsa proposital de subverter o evangelho através dos governos humanos, utilizando a velha tática da manipulação em massa.  

"Por que o sionismo define o judaísmo como um povo, uma nação, e não como uma religião? Acho que insistem em ser um povo para terem o direito sobre a terra. Povos têm direitos sobre terra, religiões não",  Entendeu a tática deles hoje?

Hoje,  as comissão missionárias das igrejas que atuando através da ONGs mantidas pela mesma oligarquia que manipula as religiões durante os séculos, continuam a assombrar o mundo. Dominam os povos, criando mentalidades, corrompendo os governantes, tomando as terras dos países sempre  em desenvolvimento. E para explicar melhor os crimes que as igrejas continuam praticando, apresento o documento redigido em Genebra em 1981: as Diretrizes N.4:  Mudança e Divergência: Diretrizes No 4 - ANO "0" do Conselho Mundial de Igrejas Cristãs para a Amazônia Brasileira

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Nativos foram expulsos pela Inglaterra de Diego Faria ilha no Oceano Índico para dar lugar a base militar americana.

Dois mil nativos viviam lá sob distante jurisdição britânica. Registros antigos mostram que esporadicamente franceses visitavam a ilha, rica em cocos e pesca. Com a derrota da Françanas guerras napoleônicas, o controle de Diego Garcia passou para os ingleses. Como não havia riquezas ali – nem petróleo, nem ouro, nem prata – os britânicos deixaram a vida seguir em Diego Garcia sem interferir em nada.



Até que os Estados Unidos, no início dos anos 1960, decidiram que era estratégico ter uma base militar naquela região. Um eventual ataque à Rússia seria facilitado. Alguém viu, no mapa, Diego Garcia.
De quem era?
Dos britânicos.
Começaram as negociações. Os americanos queriam uma ilha desabitada, para evitar problemas com os nativos.
O que a Inglaterra fez? Enxotou os habitantes. Deu um dinheiro miserável para os habitantes e os remeteu para ilhas vizinhas. De uma vida idílica as famílias de Diego Garcia passaram à pobreza absoluta nas terras para as quais foram sumariamente empurradas – Seicheles e Ilhas Maurício. Os seus animais de estimação, foram incinerados.
Nativo da ilha antes da expulsão
Da Ilha Garcia acabariam partindo bombas para o Iraque e, mais recentemente, para o Afeganistão. Soldados americanos vivem lá em condições excepcionais, como se estivessem num Club Med ou coisa do gênero. Os americanos pagam um aluguel simbólico de 1 dólar por ano. Os militares costumam receber ali visitas especiais, como a de um grupo de cheerleaders do Dallas Cowboys.
Na justiça britânica, advogados ligados a grupos de ativistas defendem a causa dos nativos de Diego Garcia. Davi não contra um mas contra dois Golias: assim tem sido o embate jurídico.
Segundo o Tribunal Penal Internacional, baseado em Haia, tirar pela força pessoas de um determinado lugar é “crime contra a humanidade”.
Recentemente, foi encaminhada uma proposta para que Diego Garcia seja transformada numa “reserva marinha”. Uma reserva contestada vigorosamente: o que parece ser um gesto ecológico é, na verdade, uma manobra para evitar que os desalojados retornem, porque eles estariam impedidos de pescar. Documentos diplomáticos americanos vazados pelo Wikileaks — sempre o Wikileaks — mostram o que está por trás da proposta.
Juridicamente, é um caso extremamente complicado. Exemplo: na legislação do Reino Unido é vedado o uso de tortura em solo britânico. Mas recentemente emergiram revelações — partidas de fontes militares dos Estados Unidos — segundo as quais suspeitos de terrorismo foram levados pelos americanos para Diego Garcia e ali torturados.
Pobres habitantes de uma ilha que era alguma coisa perto do mundo ideal de Rousseau.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

House-of-Windsor - Tributo a Mark Burdman

Volume 20, Número 35, 10 de setembro de 1993

Capa da EIR Volume 20, Número 35, 10 de setembro de 1993
http://www.larouchepub.com/eiw/public/1993/eirv20n35-19930910/index.html
http://www.bibliotecapleyades.net/sociopolitica/esp_sociopol_blacknobil12.htm
Yes, the British 
royals did use drugs 
by Mark Burdman
http://pt.scribd.com/doc/22563149/The-House-of-Windsor

www.larouchepub.com/.../eirv20n35-19930910_04...
Traduzir esta página
LaRouche as "the political extremist who says the Queen of. England pushes drugs. ... which show that, earlier in this century, the Royal Family spent large sums of ... Emblematic of how the Leopard story was received was a front-page article ..
http://www.larouchepub.com/eiw/public/1993/eirv20n35-19930910/eirv20n35-19930910_047-yes_the_british_royals_did_use_d.pdf


tributo a Mark Burdman 

Este tributo aparece na edição 30 julho de 2004  
- Journalist Mark Burdman (Executive Intelligence Review)

por Mary Burdman

Ela exige o mais agudo de mentes, para estudar, compreender e refutar o seu inimigo, especialmente quando esse inimigo é a oligarquia imperial / financeira internacional, que está levando o mundo para a depressão econômica e guerra hoje. A menos que você tenha o sentido mais claro mesmo, da maravilhosa tradição da cultura europeia, a partir de Platão, Leibniz, Shakespeare, Schiller, e agora Lyndon LaRouche, você não pode efetivamente caçar e se envolver como um inimigo. A menos que essas idéias da cultura ocidental são os princípios ativos de seu próprio pensamento, você pode ser capaz de atacá-lo, mas não transformá-lo de dentro para fora, para expor a todos, os trabalhos trançados e motivações de uma mentalidade mal. Fazendo exatamente isso, era o gênio do meu querido marido, Mark Burdman, que morreu em Wiesbaden, na Alemanha, em 8 de julho, com a idade de 55 anos, depois de anos de doença.

Mark não era um estudioso formal da história ou filosofia, mas trouxe outras armas para ter em seu compromisso ao longo da vida, para livrar o mundo dessas instituições que tentam destruir o progresso humano.Ele tinha um maravilhoso senso, de humor irônico, que viu a todos, não importa como "poderoso" ou "famoso", pois o que eles realmente eram de boa ou ruim. Ele não era assim, mas agudamente perspicaz para as fraquezas e pompas de quem quer dobrar a história da humanidade e da cultura para seus próprios fins, e ele seria sempre a rir, e fazer os outros rir, para eles. Próprio fundo de Mark, de russos, alemães e lituanos avós judeus que imigraram para o Brooklyn, em Nova York, foi um elemento-chave deste humor. Seus "contos de Brooklyn" sempre me pareceu, um católico irlandês, como sua versão de As parábolas do Novo Testamento. 

Havia sempre uma história, ou um lampejo de inteligência, de Brooklyn, para elucidar qualquer situação.
Mark exposto pensadores mais mal cujas políticas levaram o mundo à sua atual crise. Estes eram liderados por Bertrand Russell e HG Wells.Na história atual, Mark escreveu incansavelmente sobre os crimes do Clube de Roma, Henry Kissinger, o príncipe Philip, Samuel Huntington, de Tony Blair New Labour, Robert Cooper, e muitos, muitos mais, para o seu mal-minded mentindo que a humanidade deve morrer de fome, deve ir para a guerra, deve encolher nossas mentes e almas no pessimismo e desespero. Mark sabia, muito bem, a banalidade e constipação mental e moral dos tais "formadores de opinião", como listados acima, e foi implacável em expô-lo. Olhando para trás através das páginas de EIR para a cobertura sobre essas questões, você parece sempre encontrar, que Mark tinha escrito o primeiro artigo ou exposição, às vezes anos antes.

Mark foi sempre a pensar, falar e escrever, em muitas dimensões. Pensou em grande escala, mas ao mesmo tempo sempre olhou para "todos os dias" eventos, por seu potencial para moldar a história atual.

Mark desenvolveu diálogos políticos e estratégicos com pensadores e formuladores de políticas em muitos países europeus: Rússia, Alemanha, França, Bélgica, Itália, Áustria. Mas, mais uma vez como um paradoxo, foi na Grã-Bretanha que ele encontrou a maioria de seus interlocutores. Mark odiava e fez o mais maravilhoso diversão das classes dirigentes britânicos, especialmente o desagradável príncipe Philip. Mark chegou ao coração das políticas anti-humanos "ambientalistas", que definem "natureza" acima da humanidade, de Philip, o príncipe Charles, e sua laia, cujo desprezo brutal para a humanidade, quer "travar" todo o crescimento da vida humana. Uma das favorito conjunto de Mark de artigos, expôs a "grande Apes" do projeto, uma demanda para conceder "direitos humanos" para os gorilas e chimpanzés. Não é culpa dos macacos; eles certamente não foram consultados. 

Mark previu onde tais esforços levaria a realeza britânica: quando EIR  (Executive Intelligence Review ) publicou o seu Relatório Especial sobre a "Queda Vindo da Casa de Windsor", em Outubro de 1994, olhei para trás nas páginas da EIR e encontrei um artigo sobre exatamente este assunto, Mark e eu, publicado alguns anos antes.
No entanto, em meio a seus ataques contundentes sobre esses oligarcas britânico,

Mark também abriu diálogos com as melhores mentes estratégicas. Ele descobriu esses pensadores, especialmente na Escócia. O principal deles foi o falecido Prof John Erickson de Edimburgo, que era, depois de Lyndon LaRouche, uma das maiores influências sobre o pensamento na vida de Mark. Como Mark escreveu em seu memorial início de 2002, sobre a morte de John, "O mais importante, para mim, era a sua integridade cruel e compromisso com a verdade, a sua recusa em se comprometer com modismos barato-shot". John, escreveu Mark ", muitas vezes me pareceu mais como um poeta no caminho em que metaforicamente em forma de idéias e conceitos, que o estrategista militar de espírito de engenharia que ele era 'profissionalmente'. "Ele também foi possuidor de uma inteligência irônica maravilhoso. [EIR, 01 de março de 2002]
http://www.larouchepub.com/other/2004/3130mary_markb.html

O DILÚVIO UNIVERSAL


SOMENTE A CHUVA SERIA INSUFICIENTE:
Embora todos os experts, como historiadores, arqueólogos, metereologistas concordem que se houvesse possibilidade de chover ao mesmo tempo em toda a terra, o nível da água em todo o globo subiria em média apenas 5 centímetros, mesmo que alguns lugares ficassem submerso. Depois disso não haveria mais nuvens, porque precisaria existir o processo natural de evaporação. Por essa razão dentro da naturalidade é impossível existir um dilúvio como o descrito na bíblia e em outros povos. Por isso é preciso salientar que para que esse fato ocorresse como descrito, outros acontecimentos muito forte teriam que ser aliados ao acontecimento, como o terra ter estruturas meteorológicas diferentes das de hoje. Como capa de vapor de água em toda terra, maremotos, tremores, furacões, tempestades, etc.

O DILÚVIO É UM ACONTECIMENTO UNIVERSAL
Os "antropologistas" dizem que há mais de 270 narrativas do dilúvio em povos e culturas diferentes do mundo, e todas elas, coincidentemente, são no início destas civilizações.

Mas não é somente no Oriente Médio onde ficou persistente um dilúvio que assolou a terra. Com a exclusão das culturas africanas, exceto naturalmente a egípcia, que não costumam referirse ao dilúvio, todas as demais têm constância de que em um dado momento de sua história a água supôs um cataclismo que arrasou o planeta e com ele toda a humanidade. Das quatro vezes que segundo o calendário asteca terminou o mundo, uma foi por causa da água. Os índios americanos, os poucos que restam, pensam que o mundo fica velho e vai se gastando paulatinamente, até que as cordas que o sustentam são rompidas e se afunda irremissivelmente .no oceano que o rodeia, de onde voltará a surgir jovem e pujante.

Para a civilização ocidental, a história mais conhecida a respeito do dilúvio é a da Arca de Noé, segundo a tradição judaico-cristã.

O Dilúvio também é descrito em fontes americanas, asiáticas, sumérias, assírias, armênias, egípcias,  persas, gregas e outras, de forma basicamente semelhante ao episódio bíblico, porém algumas civilizações se relata sobre inundações em vez de chuvas torrenciais: uma divindade decide limpar a Terra de uma humanidade corrupta, ou imperfeita, e escolhe um homem bom aos seus olhos para construir uma arca para abrigar sua criação enquanto durasse a inundação. Na mitologia judaica, Javé estava disposto a acabar com toda a humanidade, porém Noé foi agraciado por Ele, pois era um varão temente a seu Deus e não se deixou corromper. Após um certo período, a água baixa, a arca fica encalhada numa montanha, os animais repovoam o planeta e os descendentes de tal homem geram todos os povos do mundo.


Dilúvio Judaico
Segundo a Bíblia, Noé, seguindo as instruções divinas, constrói uma arca para a preservação da vida na Terra, na qual abriga um casal de cada espécie animal, bem como a ele e sua família, enquanto Deus, exercendo julgamento sobre os ante-diluvianos (povo de ações perversas), inundava toda a Terra com uma chuva que durararia quarenta dias e quarenta noites. Após alguns meses, quando as águas começaram a baixar, Noé enviou uma pomba, que lhe trouxe uma folha de oliveira. A partir daí, os descendentes de Noé teriam repovoado a Terra, dando origem a todos os povos conhecidos.

Na esfera cultural hebraica primitiva, o evento do Dilúvio contribuiu para o estabelecimento de uma identidade étnica entre os diferentes povos semíticos (todos descendentes de Sem, filho de Noé), bem como sua distinção dos outros povos ao seu redor (cananeus, descendentes de Canaã, neto de Noé, núbios ou cuxitas, descendentes de Cuxe, outro neto de Noé, etc.). No Antigo Testamento, Noé amaldiçoa Canaã e abençoa Sem, o que serviria mais tarde como uma das justificativas para a invasão e conquista da terra dos cananeus pelas Tribos de Israel
Após o período diluviano, procura-se até os dias de hoje os restos da Arca, que segundo alguns historiadores realmente encontra-se no Monte Ararat. Mas não existe como precisar a localização, já que a região é bem acidentada, e vasta.


Dilúvio Sumério
O mito sumério de Gilgamesh conta os feitos do rei da cidade de Uruk, Gilgamesh, que parte em uma jornada de aventuras em busca da imortalidade, nesta busca encontra as duas únicas pessoas imortais: Utanapistim e sua esposa, estes contam à Gilgamesh como conquistaram tal sorte, esta é a história do dilúvio. O casal recebeu o dom da imortalidade ao sobreviver ao dilúvio que consumiu a raça humana. Na tradição suméria, o homem foi dizimado por encomodar aos deuses. Segundo este mito, o deus Ea, por meio de um sonho, apareceu a Utanapistim e lhe revelou as pretensões dos deuses de exterminar os humanos através de um dilúvio. Ea pede a Utanapistim que renuncie aos bens materiais e conserve o coração puro. Utanapistim, então, reúne sua família e constrói a embarcação que lhe foi ordenada por Ea, estes ficam por sete dias debaixo do dilúvio que consome com os humanos. Aqui um techo de tal história:

"Eu percebi que havia grande silêncio, não havia um só ser humano vivo além de nós, no barco. Ao barro, ao lodo haviam retornado. A água se estendia plana como um telhado, então eu da janela chorei, pois as águas haviam encoberto o mundo todo. Em vão procurei por terra, somente consegui descobrir uma montanha, o Monte Nisir, onde encalhamos e ali ficamos por sete dias, retidos. Resolvi soltar uma pomba, que voou para longe, não encontrando local para pouso retornou (…) Então soltei um corvo, este voou para longe encontrou alimento e não retornou." (TAMEN, Pedro. Gilgamesh, Rei de Uruk. São Paulo: ed. Ars Poetica, 1992.)

Dilúvio Hindu
Nas escrituras védicas da Índia encontramos um rei chamado Svayambhuva Manu, que foi avisado sobre o dilúvio por uma encarnação de Vishnu(Matsya Avatar). Matsya arrastou o barco de Manu e lhe salvou da destruição.
Este aviso veio através de um peixe, que foi poupada da morte, que advertiu que se avizinhava um dilúvio de grandes proporções que destruiria a raça humana. Manu construiu uma nave e arrastou-a até o ponto mais alto, e foi assim que ele salvou-se da grande tragédia. Dessa forma ele, fez um sacrifício aos deuses, usando azeite e nata azeda, sobre as águas, de onde da mesma emergiu uma mulher  conhecida pelo nome de Filha de Manu, com o qual se uniu e deu início à nova geração da raça humana.

Dilúvio Grego
A mitlogia grega relata a história de um grande dilúvio produzido por Poseidon, que por ordem de Zeus havia decidido pôr fim à existência humana, uma vez que estes haviam aceitado o fogo roubado por Prometeu do Monte Olimpo.Deucalião e sua esposa Pirra foram os únicos sobreviventes. Prometeu disse a seu filho Deucalião que construísse uma arca e nela introduzisse uma casal de cada animal, de forma análoga à Arca de Noé. Assim estes sobreviveram.

Ao terminar o dilúvio, a arca de Deucalião pousou sobre o Monte Parnaso, onde estava o Oráculo de Temis. Deucalião e Pirra entraram no templo, para que o oráculo lhes dissesse o que deviam fazer para voltar a povoar a Terra, e a deusa somente lhes disse:"Voltem aos ossos de suas mães" Deucalião e sua mulher adivinharam que o oráculo se referia às rochas.Destas formas, as pedras tocadas por Deucalião se converteram em homens, e as tocadas por Pirra em ninfas ou deusas menores, por que ainda não se havia criado a mulher.

Dilúvio Mapuche
Nas tradições do povo Mapuche igualmente existe uma lenda sobre uma inundação do lugar deste povo (ou do planeta). A lenda se refere à história das serpentes, chamadas Tentem Vilu e Caicai Vilu.

 
Dilúvio Pascuense
A tradição do povo da Ilha de Páscoa diz que seus ancestrais chegaram à ilha escapando da inundação de um mítico continente, ou ilha, chamado Hiva.


Dilúvio Maia
A mitologia do povo maia relata a existência de um dilúvio enviado pelo deus Huracán.

Segundo o Popol Vuh, livro que reúne relatos históricos e mitológicos do grupo étnico maia-quiché, os deuses, após terminarem a criação do mundo, da natureza e dos seres vivos, decidiram criar seres capazes de lhes exaltar e servir. São criados então os primeiros seres humanos, moldados em barro. Porém, esses seres de barro não eram resistentes ao clima e à chuva e logo se desfizeram em lama.

Então, os deuses criaram o segundo tipo de seres humanos, à partir de madeira. Essa segunda humanidade, ao contrário da primeira, prosperou e rapidamente se multiplicou em muitos povos e cidades (tudo indica que é nessa época da segunda humanidade que se passam as aventuras dos gêmeos heróis Hunahpú e Ixbalanqué contra os senhores de Xibalba). Mas esses seres feitos de madeira não agradaram aos deuses. Eles eram secos, não temiam aos deuses e não tinham sangue. Se tornaram arrogantes e não praticavam sacrifícios aos seus criadores. Então, os deuses decidem exterminar essa segunda humanidade através de um dilúvio. Ao contrário da maioria dos outros relatos conhecidos sobre dilúvios, nenhum indivíduo foi poupado.

Após a catástrofe, a matéria prima utilizada para moldar os novos seres humanos foi o milho. Foram criados quatro casais, que são considerados os oito primeiros índios quiché. Eles deram origem às três famílias fundadoras da Guatemala, pois um dos casais não deixou descendência.


Dilúvio Asteca
No manuscrito asteca denominado como Código borgia, há a história do mundo dividido em idades, das quais a última terminou com um grande dilúvio produzido pela deusa Chalchitlicue.


Dilúvio Inca
Na mitologia dos incas, Viracocha destruiu os gigantes com uma grande inundação, e duas pessoas repovoaram a Terra (Manco Capac e Mama Ocllo mais dois irmãos que sobreviveram. A religião é um forte elo de ligação entre as várias culturas andinas, sejam elas pré-incaicas ou incas. A imposição do Deus Sol é um forte elemento da crença e dominação através do mental, ou seja daquilo que permanece impregnado por gerações nas concepções e mentalidades destas culturas, adorando o Deus imposto e entendendo ser ele o mais importante. Pedro Sarmiento de Gamboa, cronista espanhol do século XVI, relata como os Incas narravam sua criação e as lendas que eram passadas através da oralidade de geração em geração, desde o surgimento de Viracocha e seus ensinamentos, procurando definir um homem que o venerasse e fosse pregador de seus conhecimentos. Em algumas tentativas de criar este homem, Viracocha acaba punindo-o com um grande dilúvio pela não obediência como comenta Gamboa(2001),: Mas como entre ellos naciesen vicios de soberbia y codicia, traspasaron el precepto del Viracocha Pachayachachi ,que cayendo por esta trasgresión en la indignación suya, los confundió y maldijo. Y luego fueron unos convertidos en piedras y otros en formas, a otros trago la tierra y otros el mar,y sobre todo les envió un diluvio general, al cual llaman uñu pachacuti , que quiere decir “agua que trastornó la tierra”. Y dicen que llovió sesenta días y sesenta noches, y que se anegó todo lo creado, y que solo quedaron algunas señales de los que se convierteron en piedras para memoria del hecho y para ejemplo a los venideros en los edificios de pucara que es sesenta leguas del Cuzco. (p. 40) A narração do dilúvio está presente entre muitos povos e culturas por todo o mundo. O início de tudo, ou seja, a criação, é um fator muito importante para estabelecer relações e explicações sobre o que não se conhece e o que não foi vivido. Assim, os mitos e lendas buscam criar uma ancestralidade, um ponto em comum que defina a origem e o começo do cosmos e tudo existente nele, ou seja, o conhecer de si mesmo, do próprio homem inserido na natureza, buscando sua sobrevivência e continuidade de sua existência e a harmonia com os elementos naturais e sobrenaturais.


Dilúvio Uro
O povo uro (ou uru), que habita próximo ao Lago Titicaca, crê numa lenda que diz que depois do dilúvio universal, foi neste lago onde se viram os primeiros raios do Sol.

Dilúvio Chinês:
Porém onde nos encontramos com uma figura sugestivamente paralela à de nosso bíblico Noé, é na China, onde a água sempre esteve em estreita relação com o nascimento da terra e o gênero humano. Foi o grande herói YÜ, o domador das águas, quem conseguiu que estas se retirassem para ornar, logrando assim que as terras ficassem aptas para o cultivo, contribuindo ao engrandecimento da população. Dos distintos relatos do dilúvio temos o de Fah-le, ocasionado pelo crescimento dos rios ao redor de 2.300 a.C. Mas a tradição mais extensa é a que tem a Nu-wah como protagonista, que se salvou junto com sua mulher, seus três filhos e as esposas destes em uma nave construída para eles e para dar capacidade e salvamento a um par de cada espécie animal que habitava a terra. Tão arraigada está a lenda de Nu-wah que hoje em dia é escrita a palavra "nave" em chinês, representada por uma barca com oito bocas dentro, aludindo aos oito navegantes que foram salvos da catástrofe. Também o Gênesis diz que Noé foi salvo juntamente com outras sete pessoas.

O DESAPARECIMENTO DE ATLANTIDA:
Alguns alegam que o Dilúvio foi a causa do desaparecimento de um grande continente que foi engolido pelas águas. No caso nos vem a mente Atlântida, outros referem-se a Lemúria (Império Mu), que é anterior aos atlantes. De qualquer forma parece que todos os povos falam da fatalidade da humanidade com o elemento água.

Fonte:
Grandes Enigmas nº 6 - O Dilúvio Universal
Grandes Enigmas nº 7 - Arca de Noé
Grandes Enigmas nº 8 - Continentes e Civilizações Perdidas
Bíblia
Wikipedia
 

  
Indice - compilado por Beraldo Figueiredo

terça-feira, 18 de março de 2014

Reencarnação por Jesus Cristo


Foto: https://www.facebook.com/CasaEspiritaRaiosDeLuz

Exponho para conhecimento  do leitor, este tema reencarnação. Em decorrência da não transparência quanto  a origem da vida pelas religiões, porque não investigarmos?

O Concílio de Constantinopla – 553 D.C. 

Até meados do século VI, todo o Cristianismo aceitava a Reencarnação que a cultura religiosa oriental já proclamava, milênios antes da era cristã, como fato incontestável, norteador dos princípios da Justiça Divina, que sempre dá oportunidade ao homem para rever seus erros e recomeçar o trabalho de sua regeneração, em nova existência

Aconteceu, porém, que o segundo Concílio de Constantinopla, atual Istambul, na Turquia, em decisão política, para atender exigências do Império Bizantino, resolveu abolir tal convicção, cientificamente justificada, substituindo-a pela ressurreição, que contraria todos os princípios da ciência, pois admite a volta do ser, por ocasião de um suposto juízo final, no mesmo corpo já desintegrado em todos os seuelementos constitutivos. 
É que Teodora, esposa do famoso Imperador Justiniano, escravocrata desumana e muito preconceituosa, temia retornar ao mundo, na pele de uma escrava negra e, por isso, desencadeou uma forte pressão sobre o papa da época, Virgílio, que subira ao poder através da criminosa intervenção do general Belisário, para quem os desejos de Teodora eram lei
E assim, o Concílio realizado em Constantinopla, no ano de 553 D.C, resolveu rejeitar todo o pensamento de Orígenes de Alexandria, um dos maiores Teólogos que a Humanidade tem conhecimento. As decisões do Concílio condenaram, inclusive, a reencarnação admitida pelo próprio Cristo, em várias passagens do Evangelho, sobretudo quando identificou em João Batista o Espírito do profeta Elias, falecido séculos antes, e que deveria voltar como precursor do Messias ( Meu'>ateus 11:14 e Malaquias 4:5 ). 
Agindo dessa maneira, como se fosse soberana em suas decisões, a assembléia dos bispos, reunidos no Segundo Concílio de Constantinopla, houve por bem afirmar que reencarnação não existe, tal como aconteceuna reunião dos vaga-lumes, conforme narração do ilustre filósofo e pensador cristão, Huberto Rohden, em seulivro " Alegorias ", segundo a qual, os pirilampos aclamaram a seguinte sentença, ditada por seu Chefe D. Sapiêncio, em suntuoso trono dentro da mata, na calada da noite: " Não há nada mais luminoso que nossos faróis, por isso não passa de mentira essa história da existência do Sol, inventada pelos que pretendem diminuir o nosso valor fosforescente ". 
E os vaga-lumes dizendo amém, amém, ao supremo chefe, continuaram a vagar nas trevas, com suas luzinhas mortiças e talvez pensando - " se havia a tal coisa chamada Sol, deve agora ter morrido ". É o que deve ter acontecido com Teodora: ao invés de fazer sua reforma íntima e praticar o bem para merecer um melhor destinono futuro, preferiu continuar na ilusão de se poder fugir da verdade, só porque esta fora contestada peloseus'>deuses do Olimpo, reunidos em majestoso conclave.

Esse conhecimento foi transmitido oralmente de Jesus a São Pedro, de Clemente de Alexandria,que passou, para Orígenes, que documentou-o em De Principiis.
(185-254)  - Filósofo grego, natural de Alexandria
        Nasceu de pais cristãos em 185 ou 186 da nossa era, provavelmente em Alexandria. O pai, Leônidas, morreu mártir na perseguição comandada por Sétimo Seuro, em 202 ou 203. Orígenesfoi salvo pela mãe. Aos 18 anos assumiu a direção da escola catequista como sucessor de Clemente, mas em 215 os massacres praticados por Caracalla obrigaram Orígenes a deixar Alexandria, fugindo para Palestina onde os bispos Alexandre de Jerusalém e Teócito de Cesaréia o acolheram com honra e o fizeram pregar nas suas igrejas. Fundou uma escola teológica em Cesaréia, tendo como discípulo San Gregório Taumaturgo, onde permaneceu até a morte, aos 69 anos, como mártir durante perseguição comandada por Décio. Considerado o membro mais eminente da escola de Alexandria e estudioso dos filósofos gregos, sustentava em seus ensinamentos que Deus é puramente espiritual, a mônada, o Uno, e que transcende a verdade, a razão e o ser. Retomando e ampliando a noção de Clemente, Orígenes compara a ação de Deus a de um pedagogo ou de um médico, que pune e inflige males e dores para corrigir ou para curar. Explica a formação do mundo sensível com a queda das substâncias intelectuais que habitavam o mundo inteligível, sendo o mundo visível a queda e a degeneração do mundo inteligível e das puras essências racionais que o habitavam. Nesse processo de queda do mundo inteligível ao mundo sensível o logos tem uma função essencial, pois é a ordem racional do mundo, a força que determina sua unidade e o dirige. A providência divina dirige-se em primeiro lugar à educação dos homens e, a tarefa da filosofia, é esclarecer essa relação.
Orígenes dedicou uma de suas obras contra Celso, considerado um dos primeiros críticos da doutrina do cristianismo. Do que sabemos de Celso foi o próprio Orígenes quem nos deu a conhecer, inclusive a sua obra a Alêthês Lógos (O logos verdadeiro) e o livro "Discurso contra os Cristãos", obra em que Celso coloca claramente a forma como o judaismo e Cristianismo se tornaram cópias de outras religiões, tanto na questão dos mitos da arca de Noé como a circuncisão onde Celso firma que os Judeus receberam essa tradição dos egípcios.
A partir de Orígenes, sabemos ainda apenas que ele é do século II, e que escreveu a sua obra por volta de 178, e, portanto, sob o reinado do imperador Marco Aurélio (que se deu de 161 a 180).
A Alêthês Lógos, de Celso, coloca em questão vários assuntos da crença relacionados à criação e à unidade de Deus, à encarnação e ressurreição de Jesus, aos profetas, aos milagres, etc. Ela questiona também assuntos da vida religiosa, não só sobre a moral, mas também sobre a participação da Igreja e dos cristãos na vida política e social.5
http://www.caminhosluz.com.br/detalhe.asp?txt=1649
http://pt.wikipedia.org/wiki/Or%C3%ADgenes
http://www.guia.heu.nom.br/origenes.htm
http://www.apologiaespirita.org/apologia/artigos/025_O_concilio,_Origenes_e_a_reencarnacao.pdf
o tempo cíclico é o outro grande mistério, oculto da Bíblia e os ensinamentos de Jesus.

Enfim,  o livre arbítrio não é tão livre quanto pensamos