segunda-feira, 23 de julho de 2012

Arquivos Secretos da Inquisição - 1 Eliminando os hereges



Inquisição, testamentos, bispos, bribras... é tudo obra de abobalhamento e roubo humano...
Parece até coisa de petralha... ENFIM... VEJAMOS, ANALISAMOS, JULGAMOS,

segunda-feira, 9 de julho de 2012

São Paulo, Revolução Constitucionalista de 1932

Parabéns São Paulo; Parabéns Paulistas que combateram em 1932 incluindo meus saudosos genitores; Luta pela Constituição Brasileira; Luta que completa 80 anos de existência pela conquista da democracia brasileira.

Desde 1997 é lei. Todo dia nove do mês de julho é feriado civil no estado de São Paulo. É a celebração da data magna do Estado, em memória ao dia em que o povo paulista pegou em armas para lutar pelo regime democrático no país, deflagrando a Revolução Constitucionalista de 1932; ao contrário do que fez os esquerdistas nas décadas de 60/70, que lutavam para implantar uma ditadura comunista pró Cuba.
       A revolução Constitucionalista de 32 foi um movimento armado ocorrido entre o dia 9 de julho a outubro de 1932 e tinha por objetivo a derrubada do governo do presidente Getulio Vargas, que ao assumir o governo provisório em 1930, Vargas fechou o Congresso Ncional, aboliu a Constituição e depos os governos estaduais. A população insatisfeita com as medidas, principalmente após as mortes dos manifestantes: Martins, Miragaia, Drausio, Camargo e Alvarenga, eclodiu a revolução que levou o nome de sses mártires (MMDC) no dia 9 de julho que se estendeu até o mês de outubro, quando os revolucionários constitucionalistas perderam para as tropas do governo que tinha um efetivo de 100 mil homens contra 35 mil paulistas com um saldo de 890 mortos em combate. Assim, Getulio permaneceu no governo até 1945, mas já em 1934 era promulgada uma nova Constituição dando início a um processo de democratização pleiteada pelos paulistas, sinal que o sangue não foi derramado em vão, mas em pról de uma boa questão para todos os brasileiros.

A Frente Única, unindo todos os partidos políticos para "lutar pelos ideais de "autonomia de São Paulo e pela constitucionalização do Brasil".  
DOIS EXÉRCITOS EM GUERRA, MAS EM CONTINÊNCIA À MESMA BANDEIRA
Cartaz do movimento contra a ditadura getulista.

Partido Republicano Paulista e o Partido Democrático de São Paulo, que antes apoiara a Revolução de 1930, uniram-se, em fevereiro de 1932, na Frente Única para exigir o fim da ditadura do "Governo Provisório" e uma nova Constituição. Assim, São Paulo inteiro estava contra a ditadura.
Cartão Postal do MMDC.jpg

Um grupo de paulistas participante da Revolução Constitucionalista de 1932.

História:
A Revolução Constitucionalista de 1932 é compreendida como uma reação imediata aos novos rumos tomados pelo cenário político nacional sob o comando de Vargas. Os novos representantes estabelecidos no poder, alegando dar fim à hegemonia das oligarquias, decidiram extinguir o Congresso Nacional e os deputados das assembléias estaduais. No lugar das antigas personalidades políticas, delegados e interventores foram nomeados com o aval do presidente da República. 

A visível perda de espaço político, sofrida pelos paulistas, impulsionou a organização de novos meios de se recolocar nesse cenário político controlado pelo governo de Vargas. O clima de hostilidades entre os paulistas e o governo Vargas aumentou com a nomeação do tenente João Alberto Lins de Barros, ex-participante da Coluna Prestes, como novo governador de São Paulo. O desagrado dessa medida atingiu até mesmo os integrantes do Partido Democrático de São Paulo, que apoiaram a ascensão do regime varguista. 


Além disso, podemos levantar outras questões que marcaram a formação deste movimento. No ano de 1931, a queda do preço do café, em conseqüência da crise de 29, forçou o governo Vargas a comprar as sacas de café produzidas. Essa política de valorização do café também ordenou a proibição da abertura de novas áreas de plantio, o que motivou o deslocamento das populações camponesas para os centros urbanos de São Paulo. 


Os problemas sociais causados pelo inchaço urbano agravaram um cenário já marcado pela crise econômica e as mudanças políticas. Talvez por isso, podemos levantar uma razão pela qual a revolução constitucionalista conseguiu mobilizar boa parte da população paulista. Mais do que atender os interesses das velhas oligarquias, os participantes deste movimento defendiam o estabelecimento de uma democracia plena, onde o respeito às leis pudessem intermediar um jogo político já tão desgastado pelo desmando e os golpes políticos. 


Antes de pegar em armas, representantes políticos de São Paulo pressionaram para que o governo Vargas convocasse uma Constituinte e a ampliação da autonomia política dos Estados. Em resposta, depois de outros nomes, indicou o civil e paulista Pedro de Toledo como novo governador paulista. Logo em seguida, Getúlio Vargas formulou um novo Código Eleitoral que previa a organização de eleições para o ano seguinte. No entanto, um incidente entre estudantes e tenentistas acabou favorecendo a luta armada. 


  OS PRIMEIROS PAULISTAS  MORREREM PELO IDEALISMO e o MMDC  

Em maio de 1932, um grupo de jovens estudantes tentou invadir a sede de um jornal favorável ao regime varguista. Durante o conflito – que já havia tomado as ruas da cidade de São Paulo – os estudantes Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo foram assassinados por um grupo de tenentistas. As iniciais dos envolvidos no fato trágico inspiraram elaboração do M.M.D.C., que defendia a luta armada contra Getúlio Vargas. 

No dia 9 de julho de 1932, o conflito armado tomou seus primeiros passos sob a liderança dos generais Euclides de Figueiredo, Isidoro Dias Lopes e Bertoldo Klinger. O plano dos revolucionários era empreender um rápido ataque à sede do governo federal, forçando Getúlio Vargas a deixar o cargo ou negociar com os revoltosos. No entanto, a ampla participação militar não foi suficiente para fazer ampla oposição contra o governo central. 

O esperado apoio aos insurgentes paulistas não foi obtido. O bloqueio naval da Marinha ao Porto de Santos impediu que simpatizantes de outros estados pudessem integrar a Revolução Constitucionalista. Já no mês de setembro daquele ano, as forças do governo federal tinham tomado diversas cidades de São Paulo. A superioridade das tropas governamentais forçou a rendição dos revolucionários no mês de outubro. Leiam a história de São Paulo emhttp://www.literaturabrasileira.ufsc.br/_documents/0006-01759.html
   OS IDEALISTAS DA ÚLTIMA TRINCHEIRA...  
Parabéns São Paulo, 09 de julho de 1932